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domingo, 5 de abril de 2009

Entrei no orkut porque o chefe mandou

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Entrei no orkut porque o chefe mandou
Maurício Moraes, de INFO Online
4 de abril de 2009

Nem sempre é preciso fechar rapidinho a página do orkut ou do Facebook quando o chefe vem chegando à sua mesa. Você pode reverter a situação se estiver usando as redes sociais como ferramenta de trabalho. Claro que muita gente dá uma escapadinha durante o expediente só para xeretar perfis alheios ou comentar a foto da viagem de férias da amiga daquela prima distante. Mas os funcionários mais antenados já perceberam que há vários modos de aproveitar a conectividade e as ferramentas que esses serviços oferecem para melhorar o desempenho na profissão.

Basta pensar que o cotidiano profissional de muita gente envolve troca de ideias, colaboração em projetos, resolução de problemas e a constante necessidade de conhecer as tendências de mercado. Tudo isso pressupõe o contato direto entre pessoas. E isso as redes sociais tiram de letra.

Uma pesquisa divulgada no fim do ano passado pela consultoria britânica Demos concluiu que os empregadores não deveriam bloquear o acesso a esses serviços. O estudo analisou seis organizações de diferentes perfis. Os pesquisadores Peter Bradwell e Richard Reeves descobriram que as redes sociais podem ser fundamentais para estimular a inovação, a produtividade e a democracia em uma companhia.

Muita gente já entrou nessa onda. O empresário Erwin Julius, de 32 anos, sócio da empresa Summer,+i, está entre os profissionais que adotaram as redes sociais no dia-a-dia do trabalho. “O que mais uso, por causa do modelo dinâmico, é o Twitter”, diz. “Ele me permite acompanhar profissionais que atuam em outras empresas do nosso mercado e facilita a troca de ideias.” Ele também não deixa de visitar orkut, Facebook, LinkedIn, Plaxo e MySpace, entre outros. Qualquer um pode fazer o mesmo. Confira, a seguir, o que alguns dos principais serviços oferecem — profissionalmente, é claro.

Orkut é da comunidade

A associação do orkut com o lazer é tão grande que parece que não há espaço para atividades profissionais lá dentro. Engano. Embora os aplicativos disponíveis sejam realmente focados em diversão, são as comunidades que podem ser aproveitadas para trocar informações e conhecimentos sobre assuntos específicos. Os grupos permitem aos administradores aprovar a admissão de novos membros caso a caso. E o acesso ao conteúdo pode ficar restrito apenas aos associados da comunidade. Com todo esse controle, é fácil barrar os engraçadinhos e manter espaços de discussão respeitáveis dentro da maior rede social do Brasil. Exemplos não faltam. Pense em uma linguagem de programação e descobrirá uma comunidade relacionada: há muita gente discutindo pra valer de Java a Ruby on Rails. Além disso, a rede pode ser uma vitrine para mostrar a cara para eventuais recrutadores.

Facebook esbanja aplicativos

Quando o assunto é trabalho, a rede social mais popular do planeta destaca-se pela diversidade de aplicativos que oferece. Para criar projetos envolvendo várias pessoas, uma boa dica no Facebook é o Huddle Workspaces. Ele permite, por exemplo, fazer o upload de um documento e convidar usuários para avaliarem o seu conteúdo. É possível também armazenar arquivos importantes — cada conta tem 1 GB à disposição. Na mesma linha, há o Get Stuff Done, que permite até mesmo criar listas de tarefas associadas a um determinado projeto. Já o Zoho Online Office incorpora as ferramentas de compartilhamento da suíte de escritórios à rede social. Textos, planilhas e apresentações podem ser exibidos para os amigos escolhidos, que têm a possibilidade de editá-los também. Já quem usa Google Docs e Calendar pode adicionar os gadgets de ambos à sua página do Facebook: mas eles são limitados, e é possível apenas visualizar a lista de arquivos e de compromissos.

Twitter, o RSS Profissional

Com o Twitter, não existe espaço para enrolação. O tamanho máximo de 140 caracteres permitido em cada micropost elimina, de cara, aqueles chatos que fazem discursos intermináveis e pouco úteis. Nada melhor, portanto, do que usá-lo para acompanhar colegas de trabalho ou outros profissionais de uma determinada área de atuação. Basta seguir as pessoas que você acha que têm algo a dizer para ficar por dentro das últimas tendências do mercado e trocar ideias. Tem gente graúda por lá. O problema é que a interface do Twitter deixa tudo muito bagunçado. O Tweetdeck (http://info.abril.com.br/download/5336.shtml) permite organizar tudo por grupos de interesse, como um verdadeiro RSS social. Outra opção é o Twhirl (http://info.abril.com.br/download/5615.shtml), que tem jeitão de mensageiro instantâneo. Já a extensão Twitterfox,para Firefox (http://info.abril.com.br/download/5616.shtml), ajuda a acompanhar tudo por meio de um atalho instalado no canto direito do navegador.

LinkedIn leva o networking a sério

O LinkedIn sempre foi meio sisudo. A rede social já nasceu com foco no trabalho e na interconexão de profissionais de diferentes segmentos e países. Seus grupos são um ótimo ponto de encontro para discutir assuntos específicos, conferir as últimas notícias sobre uma determinada área e até mesmo saber das últimas vagas disponíveis. Mas o LinkedIn não fica só nisso. Desde o fim do ano passado, o serviço vem incorporando aplicativos. Há bem menos opções do que no Facebook, mas algumas delas valem a pena. O Company Buzz, por exemplo, monitora o que os integrantes da sua rede de contatos estão dizendo sobre sua empresa ou os concorrentes no Twitter. Basta cadastrar as palavras-chave. Há também o Huddle Workspaces, para criar projetos e compartilhá-los, idêntico à versão disponível para Facebook. Já o Polls permite criar pesquisas de mercado, enquanto o SlideShare facilita o compartilhamento de apresentações.

Plaxo, a superagenda

Embora não seja tão popular aqui no Brasil, o Plaxo traz boas ferramentas para uso profissional. Um dos seus pontos fortes está na agenda de contatos. Além de agrupar as informações de cada um dos amigos cadastrados no perfil, o serviço sincroniza os contatos de Outlook, Outlook Express, Windows Live, Gmail e Yahoo! Mail, entre outros. Dá também para integrar as agendas de compromissos ao calendário do Plaxo. Na versão paga (49,95 dólares por ano), os usuários podem ainda fazer backups automáticos de todas as informações e remover dados duplicados. O Plaxo também inova ao funcionar como agregador de redes sociais. É só cadastrar os sites de que você participa, como Twitter, Flickr e Facebook, para que os seus amigos acompanhem as atualizações.

A vaquinha onipresente

Às vezes, o Remember the Milk se parece com aqueles vilões de filme de terror. Quando você menos espera, eles aparecem. A diferença é que o serviço só quer ajudá-lo a concluir todas as tarefas programadas — o que é muito útil principalmente no trabalho. Para isso, o Remember the Milk aposta na integração com serviços disponíveis na web e celulares. É possível instalá-lo dentro do Gmail ou do Google Calendar, acessá-lo no iPhone, BlackBerry ou smartphone com Windows Mobile (mediante pagamento de uma tarifa) ou cadastrar tarefas pelo Twitter e pela barra de tarefas do navegador. A lista completa pode ser encontrada no endereço www.rememberthemilk.com/services.

Fonte: http://info.abril.com.br/professional/carreira/entrei-no-orkut-porque-o-chefe.shtml

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Dica de Site: Ortografa! Reforma ortográfica na WEB


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Nova reforma ortográfica: você já aprendeu?

Site facilita a vida de quem quer escrever dentro das novas regras.

É super simples: basta copiar qualquer texto no campo em branco, dentro do site Ortografa - Clique aqui para acessar, e obter a versão corrigida, dentro das novas normas, com apenas um click. O site ainda destaca as palavras modificadas e te informa quais foram as regras que forçaram aquela mudança.

segunda-feira, 30 de março de 2009

TI Verde gera nova vertente de carreira

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http://www.computerworld.com.br
Carreira > Formação
TI Verde gera nova vertente de carreira

Por Rodrigo Afonso, repórter do COMPUTERWORLD
Publicada em 30 de março de 2009

São Paulo - Roberto Diniz, líder de soluções verdes e otimização de tecnologia na IBM, afirma que um bom profissional da área domina questões ambientais e tecnológicas.

Como uma das grandes prestadoras de serviços e fornecedoras de infraestrutura, era de se esperar que a IBM implantasse iniciativas verdes. Com o projeto Big Green, que envolveu investimentos de um bilhão de dólares para o desenvolvimento de tecnologias e serviços “verdes”, a empresa buscou ingressar de vez na tendência.

>> Veja nosso especial sobre TI Verde

Internacionalmente, o projeto gerou números significativos de economia. Com a consolidação de 3,9 mil servidores em cerca de 30 mainframes, houve uma redução de 80% no consumo. Um dos centros de tecnologia que estão incluídos nesse processo de adequação está localizado em Hortolândia (SP).

A IBM Brasil investiu na criação de uma área exclusiva para a comercialização de soluções verdes e otimização de TI, coordenada por Roberto Diniz, líder de soluções verdes e otimização de tecnologia. Diniz falou ao COMPUTERWORLD sobre o perfil do profissional responsável por iniciativas como essa.

>> Participe das discussões sobre carreira na CW Connect

COMPUTERWORLD - Que competências um profissional deve ter para liderar ou se envolver na área de TI Verde de uma organização?

Roberto Diniz - A primeira, uma das mais importantes, é gostar muito do que faz, ser um apaixonado. Tem que gostar da natureza, não adianta ter só um discurso. É preciso que seja genuíno. A segunda competência é entender muito de natureza e dos processos que levam à sua degradação. Engenheiros costumam ser bons nisso, principalmente os que têm formação na área ambiental, pois TI Verde fica na esquina entre meio ambiente e tecnologia. Claro, não dá para rotular o profissional como formado em uma carreira específica, todos podem aprender muito e entender muito do que estão falando.

CW - Se você tivesse que dar uma dica de formação para quem quer entrar na área, qual seria?

RD - O mais importante é entender dos processos e das questões técnicas, para poder ter um discurso com excelência. Não adianta falar que precisa salvar a natureza. Todo mundo concorda com isso, mas é importante saber como e fazer as pessoas entenderem as maneiras corretas, com as devidas explicações e contextualizações.

CW - Qualquer tipo de economia de energia pode ser considerada TI Verde, mesmo desconsiderando o descarte de materiais?

RD - De certa forma sim. Economizou energia, é TI Verde. É um dado bem técnico: qualquer geração de energia gera aquecimento global, seja hídrica, nuclear, carvão, óleo, gás, turbinas etc. Tecnologias. Mas se alguém trocou monitores de tubo por LCD para economizar energia elétrica e não cuidou do descarte adequado, fez 50% do dever de casa, pois pensou somente na economia de energia, dos custos.

CW - Como ensinar as pessoas a tomarem atitudes verdes nas pequenas atitudes do dia-a-dia?

RD - A primeira forma de fazer isso é mostrar detalhadamente os impactos de cada ação que essas pessoas tomam. O segundo ponto é ensinar para as pessoas o que fazer, pois a maioria delas não toma atitudes de forma correta quando se fala em meio ambiente.

CW - E que tipo de resistência as pessoas demonstram na hora de aplicar TI Verde?

RD - Falando do meio corporativo, a primeira resistência clássica vem daquele gestor que só pensa no curto prazo e que reduz tudo a variáveis financeiras simples. Se você vem com uma nova linha de ar condicionado que reduz gasto com energia, ele vai resistir porque gera custos imediatos de substituição. Tem que lidar bem com ele, explicar, conversar, ensinar que isso gera sustentabilidade ambiental e financeira. Isso é somente o básico.

CW - É difícil realizar esse tipo de convencimento?

RD - É bem difícil. É importante promover muitas campanhas e repetir diariamente as mesmas coisas. O processo de convencimento humano é assim, para conseguir uma mudança cultural, é importante martelar determinado assunto. O líder só pode se dar por satisfeito depois que começa a receber feedback, idéias de novas formas de economizar custos e preservar o meio-ambiente. No entanto, para ganhar defensores da idéia, reitero, ele tem que entender do que você está falando.

CW - Você tem um exemplo prático de convencimento?

RD - Todos sabemos que data center consome muita energia. Isso só piora se você não entende das melhores práticas. A simples falta de computadores pode pôr todo o esquema de fluxo de ar quente e frio a perder, gerando desperdício enorme. O que um técnico que não tem noções de TI Verde faz? Aumenta o ar condicionado para resolver. O que alguém com noções faz? Descobre a causa do aquecimento e vai na raíz do que originou o problema. Uma solução mais simples para resolver o problema de fluxo de ar tem um valor irrisório perto do que vai se economizar no futuro. Falei do básico, mas existe uma centena de outras medidas que devem ser planejadas pelos líderes para atingir esse objetivo.

(http://computerworld.uol.com.br/carreira/2009/03/27/ti-verde-gera-nova-vertente-de-carreira)
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sábado, 28 de março de 2009

Marketing Multinível de Resultado






*por Tom Coelho

Amway, Herbalife, MegaBônus, Monavie. É provável que um ou mais destes nomes lhes sejam familiares, pois todos apresentam um aspecto em comum: são empresas com sistema de distribuição baseado no chamado Marketing Multinível (MMN), também conhecido por Marketing de Rede; em inglês, Multi Level Marketing (MLM) e Network Marketing, respectivamente.

O princípio é a comercialização de produtos ou serviços diretamente para o consumidor por meio de uma rede de distribuidores independentes – pessoas físicas sem vínculo empregatício com a companhia provedora. Entretanto, o propósito deste artigo não é apresentar conceitos. Quero conversar com aqueles que já atuam neste sistema ou que estejam tentados a fazê-lo.

Você deve estar imaginando que este autor está intimamente envolvido com este sistema e o conhece muito bem. Ledo engano. Não trabalho e não trabalharei com marketing de rede, embora já tenha sido convidado inúmeras vezes para ingressar nesta empreitada. Não que eu não acredite em sua viabilidade. Em verdade, vejo no MMN uma ótima oportunidade de negócios com potencial para lucros espetaculares! Contudo, apenas para aqueles que passarem pelas 10 peneiras discriminadas a seguir:

1. Tempo. Esqueça esta estória de “ganhe uma renda extra”. Primeiro, porque você não vai ganhar nada. A tal renda extra não cairá do céu, a menos que você faça por merecer. Segundo, porque MMN demanda dedicação, empenho e, em especial, tempo. Os resultados não surgirão com apenas duas ou três horas de trabalho nos finais de semana. Se você pretende ganhos significativos precisará fazer um planejamento para tornar este negócio o seu principal ao cabo de alguns poucos meses. E com grande entusiasmo.

2. Relacionamento. Para dar início ao processo será necessário acionar seus contatos, oferecendo o produto às pessoas de seu círculo de relacionamentos. Porém, deverá fazê-lo com seletividade, o que significa escolher pessoas que realmente possam se interessar em usar o produto continuamente e, em seguida, promover sua difusão a terceiros, ampliando a rede.

3. Comunicação. Estamos falando de venda, de modo que um dos fatores determinantes do sucesso será sua capacidade de comunicação verbal, dialogando com seus prospects; escrita, preparando peças publicitárias, materiais de divulgação e informativos; e interpessoal, mediante bom uso da expressão corporal e outros signos. Jamais se contente em ficar limitado ao material e às instruções fornecidas pelo provedor.

4. Investimento inicial. O ideal é dispor de recursos financeiros próprios suficientes para bancar a aquisição do kit de adesão e de um primeiro lote de produtos sem que isso comprometa seu orçamento pessoal. Agora, você pode lançar mão da ousadia e decidir até atrasar o pagamento do aluguel para direcionar seu capital para o negócio, desde que esteja disposto a trabalhar com afinco para alcançar retorno com a máxima brevidade e correr os riscos correspondentes.

5. Manutenção. De nada adianta romper a barreira anterior, do investimento inicial, e não ter fôlego para dar continuidade ao negócio exatamente quando ele começa a suscitar perspectivas de êxito. Você está diante de uma oportunidade de negócio e, como tal, um mínimo de capital de giro se faz necessário. Não basta capital para o kit inicial. Você precisará de verba para trabalhar a divulgação, a comunicação e seu deslocamento. Evite cometer o erro clássico daqueles que compram seu primeiro carro financiado olhando apenas para o valor da prestação e se esquecendo das despesas com licenciamento, impostos, seguros, manutenção e provisão para eventuais avarias.

6. Transparência. Já conheci muita gente envolvida com MMN. E invariavelmente pude vê-las perdendo grandes amizades ou colhendo conflitos familiares por terem envolvidos as pessoas no negócio sem que elas compreendessem sua magnitude. Entenda que pouco vale incluir alguém em sua rede se for para uma única compra. Explique tudo sobre o produto e o sistema, apresentando prós e contras, subsidiando com informação qualificada seu interlocutor para que possa tomar uma decisão qualificada.

7. Persistência. Para subir na hierarquia e alcançar bônus crescentes você terá que trabalhar duro. Nesta trajetória, esteja certo de que contabilizará mais respostas negativas do que positivas à sua oferta de associação. E, a menos que você encontre um nicho adequado para explorar, o índice de aceitação será possivelmente bastante baixo. Neste momento, esmorecer será meio-caminho para a derrota.

8. Determinação. Faça planejamento, trace metas, estabeleça uma visão de futuro. Sinalize aonde quer chegar. E sonhe alto. Nada pode ser mais medíocre do que sonhar pequeno e seus sonhos se realizarem. A persistência é o combustível, enquanto a determinação é o motor. A persistência é seu caminho; a determinação, sua estação de chegada.

9. Conhecimento do negócio. Aprenda tudo sobre a empresa, o produto e o mercado. Conheça os concorrentes e avalie seus pontos fortes e fracos. Torne-se um expert no assunto. Entenda que você não estará vendendo cosméticos, shakes ou cartão de crédito, mas beleza, alimentação saudável e comodidade. Em outras palavras, venderá benefícios.

10. Comprometimento. Em marketing de rede, o comprometimento significa mais do que perseguir metas e exercitar a determinação. Representa mais do que atenção com os membros da rede e respeito aos princípios e valores da empresa representada. A quinta-essência é apenas usar o produto. Esta é a melhor maneira de torná-lo confiável e desejável. Para persuadir, dê o exemplo.

Note que estas 10 peneiras envolvem aspectos técnicos (conhecimento do negócio e gestão de recursos), comportamentais (persistência, determinação e comprometimento), relacionais (comunicação e relacionamento) e valorativos (transparência). E todos eles podem ser praticados e desenvolvidos. Contudo, há que passar antes pela maior de todas as restrições: o tempo. E isso não é uma questão de boa ou má gestão, mas de opção e renúncia. É por esta peneira que nunca passei.

* Tom Coelho é autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, além de consultor, professor universitário e palestrante. Com formação em Publicidade pela ESPM, Economia pela FEA/USP, especialização em Marketing pela Madia Marketing School e em Qualidade de Vida no Trabalho pela USP, é mestrando em Gestão Integrada em Saúde do Trabalho e Meio Ambiente pelo Senac. Diretor da Lyrix Desenvolvimento Humano, Diretor Estadual do NJE/Ciesp e VP de Negócios da AAPSA.

Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br.
Visite: www.tomcoelho.com.br.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Você é apaixonado pelo que faz?

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A Revolução Industrial iniciada na Inglaterra no Século XVII intensificou a substituição do modo de produção doméstico pelo sistema fabril, utilizando das máquinas e abordagens mecânicas para a ascensão, diversificação e reestruturação de empresas dos mais diversos segmentos, constituindo um processo de transformação acompanhado por notável evolução tecnológica. Com este período, o profissionalismo começa a fazer parte do cotidiano e a paixão por determinadas atividades fortalece a necessidade de satisfação, motivação, vontade e desejo de trabalhar. Juntamente com esta estruturação surge a reflexão sobre a paixão em trabalhar, em estar invariavelmente apaixonado por suas atividades e escolha profissional. Paixão na estrutura organizacional é percebida pela criatividade, pró-atividade, cordialidade, determinação e otimismo demonstrados pelos profissionais das mais diversas áreas em seu cotidiano de trabalho. O Palestrante Mágico Dalmir Sant'Anna apresenta que ser apaixonado pelo que faz encontra-se relacionado com felicidade e equilíbrio, pois ultrapassa o limite da motivação por estar diretamente ligado com as emoções do coração e o constante desejo de aperfeiçoamento.

Felicidade - Há quem acredite que felicidade não existe. Há quem acredite que a felicidade é construída e conquistada a cada dia, compreendendo que não é um estado constante, mas uma busca constante. O que é felicidade? É um estado afetivo ou emocional de sentir-se bem ou sentir prazer pelo que se está desenvolvendo. Um acadêmico apaixonado pelo curso escolhido sente felicidade ao fazer novas descobertas. Por estarem apaixonados empresários, executivos, esportistas, profissionais liberais demonstram a felicidade através de pequenos gestos, como um sorriso, um saudoso bom dia, ou mesmo, reconhecendo o esforço de um colega. O que traz felicidade? Um dia de sol, um cafezinho ou um chá após uma extensa reunião, o sorriso do filho que estava ansioso a sua espera... A felicidade alcança sua extensão quando você dedica um pouco do seu precioso tempo às coisas que proporcionam a sensação de leveza, de reconhecimento, superação e bem estar.

Equilíbrio - Tenha certeza de que todo o profissional de destaque planejou e continua realizando o planejamento de novas conquistas equilibrando vida pessoal e profissional. A qualidade de vida tem relação com o equilíbrio de suas emoções e ações, sem esquecer da presença do cônjuge, noiva, namorada, pais, filhos e amigos. Observe que há pessoas que pagam um alto preço para alcançar os resultados esperados, mas esquecem de completar suas emoções com sentimentos de afeto, gratidão, valorização e convivência familiar. Aliar o equilíbrio entre sua paixão pelo trabalho e o bem estar pessoal permite conquistar resultados mais satisfatórios.

É evidente que quando um profissional é apaixonado pelo que faz, cria gradativamente um processo introspectivo de novas descobertas e auto-realização, não sendo um acomodado que somente reclama do salário que recebe, mas com determinação pessoal conjugada com a vontade de vencer, dedica parte de seu tempo para aprimorar seu desempenho, estudar e fortalecer suas competências. Observe que a paixão pelo trabalho permite superar desafios, romper obstáculos e oferecer continuamente um trabalho diferencial, capaz de encantar as pessoas que estão a sua volta. Agora responda: Você é uma pessoa apaixonada pelo que faz?

Dalmir Sant Anna – www.dalmir.com.br – Palestrante mágico, autor do livro Menos pode ser Mais (editora Odorizzi), mágico profissional, pós-graduado em Gestão de Pessoas e bacharel em Comunicação Social.

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sábado, 21 de março de 2009

Água: um bem natural que deve ser preservado


22 de março - Dia Mundial da Água

O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.

Consumo de água e racionamento

A água é um bem precioso que deve ser consumido de forma racional. Estudiosos apontam que, futuramente, a água poderá se tornar rara caso continue ocorrendo desperdício. Em algumas regiões do mundo, principalmente nas mais pobres, já ocorre a falta de água.

Dicas de racionamento e tratamento de água no dia-a-dia:

- Não use água para lavar carros e calçadas;
- Ao escovar os dentes, feche a torneira;
- Tome banhos mais curtos, fechando a água quando ensaboar o corpo;
- Acabe com os vazamentos em canos residenciais;
- Para quem tem piscina, evite trocar a água constantemente. Use procedimentos de tratamento de água;
- Ao tomar conhecimento de vazamento de água nas ruas, comunique imediatamente a SAMAE;
- Junte uma boa quantidade de roupas antes de colocá-las na máquina de lavar;
- Ajude a combater a poluição das águas. Não jogue lixo nos rios e córregos. Não jogue óleo de cozinha no encanamento, pois este produto irá contaminar as águas. Um litro de óleo de frituras pode contaminar até um milhão de litros de água.

Lembre-se: se todos economizarem a água não vai faltar. Racionando, podemos ajudar o meio ambiente e economizar dinheiro. Ganha-se duas vezes.



Você sabia que no BRASIL o consumo de água se divide da seguinte forma:



69% na agricultura;

13% uso animal e rural;

11% consumo humano;

7% nas indústrias.



Declaração Universal dos Direitos da Água

No dia 22 de março de 1992, a ONU também divulgou um importante documento: a “Declaração Universal dos Direitos da Água”. Este texto apresenta uma série de medidas, sugestões e informações que servem para despertar a consciência ecológica da população e dos governantes para a questão da água.



Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta. Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.

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quarta-feira, 18 de março de 2009

O PRIMEIRO CLIENTE DE SUA EMPRESA É O SEU FUNCIONÁRIO

Prof. Luiz Marins

Tenho visto um sério problema em algumas empresas: os funcionários são os últimos a saber das novidades, das campanhas, dos lançamentos, dos brindes a serem distribuídos, etc.

O primeiro cliente de qualquer empresa é o seu funcionário. Ninguém é cliente final do Presidente, da Diretoria, da Matriz, das Filiais. O cliente final, o consumidor, é sempre cliente direto de algum funcionário - da telefonista, do(a) recepcionista, do(a) balconista, do(a) vendedor(a), enfim, das pessoas que têm contato direto com o cliente final.

Assim, o funcionário deve ser o primeiro a saber de tudo. A receber as informações essenciais da empresa como novas campanhas, novos produtos, novas formas de vender e financiar, novas pessoas, etc. Infelizmente isso não acontece. Outro dia mesmo liguei para uma empresa que estava anunciando uma promoção pelos jornais. A telefonista não sabia de nada. Passou-me para o setor de vendas, que... pasmem! Também não sabia de nada. Conversei com os diretores da empresa e eles confessaram que decidiram a campanha em longas reuniões com a agência de publicidade e mantiveram longas negociações com rádios, jornais e emissoras de televisão. Apenas esqueceram-se de avisar os funcionários!! Não preciso dizer que a campanha foi um fracasso.

Isso sim é que se chama desperdício! Às vezes achamos que desperdício é deixar luzes acesas, um aparelho ligado. Cuidamos dessas "despesas" mais visíveis e ao mesmo tempo desperdiçamos milhões e milhões em campanhas, em lançamentos mal feitos, pois nunca os fazemos primeiro para nossos funcionários.

Numa revenda de automóveis, sugeri que antes de lançar o novo carro pela imprensa, antes do coquetel aos clientes, fizéssemos um "Lançamento Interno", para os funcionários, com um pequeno coquetel, discurso e tudo mais. Isso foi feito e o resultado foi absolutamente surpreendente. O pessoal da administração, as secretárias, as recepcionistas, os balconistas de peça, e outros funcionários, nunca haviam entrado num carro zero quilômetro! Nunca ninguém havia lhes mostrado um carro em detalhes, desde o motor até o porta-malas. E havia gente que trabalhava em revenda de automóveis há mais de 15 anos!

Como podemos querer que os nossos funcionários "respirem" vendas; como podemos querer que as pessoas todas de nossas empresas participem do esforço de vender nossos produtos, prestar assistência técnica, atender clientes, etc. se não damos a elas a oportunidade do conhecimento, da informação, da familiaridade com nossos produtos. É um contra senso!

Quando lançamos um novo produto, será que permitimos e mesmo "exigimos" que nossos funcionários sejam os primeiros a experimentá-lo, a conhecê-lo, a tocá-lo, a senti-lo?

Veja como sua empresa pensa e age em relação a este assunto. Lembre-se que sem o comprometimento total de nossos funcionários, jamais teremos uma empresa realmente voltada para o mercado, comprometida com o cliente. E para que esse comprometimento exista, é preciso, antes de tudo que os funcionários sejam os primeiros clientes de sua empresa.

Pense nisso. Sucesso!

Prof. Luiz Almeida Marins Filho, que estudou antropologia na Austrália (Macquarie University) e na USP, foi professor da Universidade Federal de São Carlos e outras universidades e com larga experiência em projetos no setor privado e público inclusive internacional.