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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Inicie uma mudança de carreira








Por Ian Christie, escritor convidado do Monster




A possibilidade de mudar de carreira é divertida e perigosa. Se você souber exatamente o que quer seguir, não se deixe intimidar pelos enormes desafios apresentados no processo de mudança de carreira. Aplique estas estratégias poderosas para transformar essa mudança de carreira em uma realidade.

Determine os pontos que podem ser aproveitados

Faça uma lista com as habilidades e experiências que você pode aproveitar em sua mudança de carreira. Veja alguns exemplos:

Tipo de empresa: aproveite seu conhecimento sobre os tipos de empresa em que já trabalhou. Organizações sem fins lucrativos têm alguns pontos em comum. Isso também é válido em empresas familiares ou empresas administradas pelo proprietário e, até certo ponto, em empresas públicas.

Habilidades que podem ser transferidas: na maioria dos casos, as habilidades que você desenvolveu em uma carreira serão relevantes na próxima. Gerenciamento de projetos, liderança de equipes, vendas, atendimento ao cliente, recursos de análise, solução de problemas, contratação, treinamento e várias outras capacidades são habilidades comuns que podem ser transferidas.

Experiência: use todas as experiências de início, encerramento, fusão, lançamento de produtos ou crises corporativas pelas quais já passou como lição ao trabalhar com empresas que estão enfrentando situações parecidas.

Ambiente de trabalho: se você já trabalhou em um ambiente que parece uma panela de pressão, não estranhará um ambiente semelhante em outro setor. A mesma coisa acontecerá se você já lidou com sindicatos, trabalhou para empreendedores ou trabalhou sem supervisão.

Redes de contato: aproveite seus relacionamentos atuais para encontrar pontos de entrada em seu novo campo. Você só precisa de um tipo diferente de conversa para começar. Pergunte aos contatos o que eles fazem e quem conhecem com relação ao campo em que você deseja entrar. Siga as dicas deles e você fará progresso rapidamente.


Embase seu caso com eficiência
Verifique se você tem motivos válidos e fortes para mudar de carreira. Se você souber por que deseja fazer essa mudança e o que espera ganhar com isso, aumentará significativamente suas probabilidades de êxito. Além disso, você pode articular esses motivos para possíveis empregadores e explicar o que isso significa para eles. Os empregadores não gostam de sentir que você está fugindo de alguma coisa.

Encontre o ponto de entrada lógico
Geralmente, uma determinada função ou empresa servirá como uma transição natural em seu novo campo. Aumente suas chances de ser contratado usando seu conhecimento para identificar onde você pode se enquadrar melhor.

Não faça análises em excesso
Ter um sólido conhecimento de você mesmo é fundamental para administrar sua mudança de carreira, mas evite fazer análises em excesso. Você não pode só pensar em mudar de carreira; às vezes, é necessário agir.

Contate pessoas que fazem parte do campo em que pretende entrar
Quando você está mudando de carreira, seu currículo não é tão útil quanto uma ferramenta de marketing. Devido a isso, criar uma rede de relacionamentos é muito mais importante. Entre em contato com pessoas que fazem parte do campo em que você pretende entrar para confirmar seu interesse e saber mais sobre as oportunidades.

Marque sua presença
Nas entrevistas, seja um candidato marcante, falando sobre as ações que realizou e que comprovam seu comprometimento com o campo. Mostre seu conhecimento sobre o setor e mencione eventos do setor em que já participou ou associações do setor em que trabalha como voluntário. Se você tiver um blog relacionado ao setor, mencione-o também. Você pode inclusive mostrar um white paper sobre um ponto do setor que pesquisou ou um plano de negócios que demonstra o valor que você pode agregar para a organização.

Sua meta é fazer com que os possíveis empregadores o vejam como alguém que já está no setor e que deve permanecer, independentemente da contratação. Não deixe a impressão de que, se não for contratado, você fará outra coisa.

Trabalho extra
Uma maneira tangível de começar a mudar de carreira é conseguir um trabalho freelance ou de meio período. Esse tipo de trabalho incrementa seu currículo e permite que você tenha um primeiro contato com seu novo campo.

Etapas concretas como estas criam marcos no processo de mudança de carreira, demonstram seu comprometimento com os possíveis empregadores e validam seus planos.

Fonte: Monster.com parceiro do Blog Sua Carreira.

Link original do artigo:
http://carreira.monster.com.br/desenvolvimento-profissional/mudanca-de-carreira/inicie-uma-mudanca-de-carreira/article.aspx


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terça-feira, 22 de novembro de 2011

A educação dos milionários - Por Gilberto Dimenstein





Por Gilberto Dimenstein*
31/10/11
Os grandes nomes de sucesso não quiseram perder tempo trancados numa sala de aula.

Quem quiser saber como se vão produzir o conhecimento e os melhores empregos no futuro terá de conhecer um japonês chamado Joi Ito, de 45 anos, que, segundo os padrões tradicionais, seria rotulado na faculdade de “vagal”. Apesar de vir de uma família de acadêmicos (e acadêmicos japoneses, vale ressaltar), não conseguiu o diploma de ensino superior. Até tentou, mas abandonou, com certo orgulho, os cursos de ciência da computação e de física. Você imaginaria um brilhante futuro acadêmico para esse rapaz?

Desde o início de setembro, Joi Ito dirige uma das principais referências planetárias em pesquisa acadêmica, especialmente em tecnologia da informação, onde se moldou o mundo digital: o MediaLab, do MIT. Foi escolhido por ser um reconhecido empreendedor, que está sempre investindo em empresas ou projetos inovadores. É um dos criadores, por exemplo, do Creative Commons, um marco no debate de direitos autorais na internet. Foi também um dos primeiros a ajudar a tirar do papel o Twitter e o Ficar. Milionário, ele tem casas em vários países e passa a maior parte do ano viajando para se sentir o que ele chama de “cidadão do mundo”.

Diante da pergunta sobre como convenceria estudantes a ficar na escola se ele próprio não ficara, Ito deu a seguinte resposta: “Se eu estudasse num ambiente tão criativo e profundo como o MediaLab, nunca teria ido embora”.

Joi Ito simboliza o incrível poder dos “vagais”, agora ganhando status acadêmico, e sinaliza o perfil de gente que inventa empregos.

Foram jovens que abandonaram a escola que criaram a Microsoft, o Twitter, o Facebook e a Apple. Pense quantas vezes por dia você usa alguma de suas criações.

O fato é que os grandes nomes de sucesso de hoje, em vez de perder tempo trancados numa sala de aula, preferiram ficar metidos em alguma garagem reinventando o futuro e, assim, gerando empregos.

O debate é especialmente intenso agora, com os sinais de revolta no mundo -e o Ocupe Wall Street é o símbolo- diante da dificuldade de criar empregos nas nações ricas.

Nada disso significa que a universidade seja uma instituição falida. Imagine ir a um médico sem diploma ou mesmo entregar a construção de um prédio a um engenheiro que não conhece resistência de materiais. Ninguém quer ter os dentes tratados por um barbeiro.

A questão, portanto, é saber como nutrir empreendedores, envolvendo as universidades, onde, em tese, deve concentrar-se o conhecimento mais avançado.

Por isso, está fazendo sucesso um livro recém-lançado, intitulado “A Educação dos Milionários”, escrito por Michael Ellsberg, que entrevistou durante dois anos empreendedores de sucesso que não pisaram na faculdade ou a abandonaram. Pergunto qual era o traço comum deles. “Uma tremenda habilidade para lidar com o fracasso, transformando-o em aprendizagem”, respondeu.

Nesse ponto, estaria, segundo ele, o grande problema que a escola tem em formar empreendedores: “Na escola, somos treinados para dar a resposta correta, mas a criatividade depende do estimulo à experiência, que, em essência, vem de lidar todo o tempo com o fracasso”.

Pode parecer provocação, mas o argumento tem sido aceito e absorvido pelas melhores universidades.

No próximo mês, Harvard quer transformar num evento mundial o lançamento de sua incubadora de start-ups, onde alunos, pesquisadores, professores e executivos renomados trabalham em conjunto. A ideia é que aquele tipo de gente que criou empresas como o Facebook fique lá dentro por alguns meses, numa espécie de residência, para orientar os mais novos.

Gordon Jones, o responsável pelo projeto, batizado de HI (Harvard Innovation), é um misto de acadêmico de formações as mais variadas com empreendedor de sucesso. Quando pedi que me falasse de seus projetos como empreendedor, Gordon preferiu mostrar um jeito diferente de fazer um currículo. “Olhe aí”, disse, apontando para a parede de seu escritório, em que estão pregados os produtos que ajudou a desenvolver ou vender.

É uma simples questão de sobrevivência. A mil metros da incubadora de Harvard, prospera o bairro com mais start-ups por metro quadrado (Kendall Square), vitaminado pela proximidade com o MIT, onde está Joi Ito.

Vamos encontrar em várias partes do mundo (no Brasil, o melhor exemplo é o ITA) universidades que estipularam como meta servir de incubadoras, sendo uma ponte para a inovação. Disso depende a riqueza de uma nação – aliás, é o que move o governo Dilma a criar uma agência (Embrapii) para aproximar as universidades das empresas.

Ao assumir aquele cargo do MediaLab, Joi Ito apenas está sinalizando essa ponte entre o saber e o fazer.


PS- A incubadora de Harvard será comandada pela Escola de Negócios, obrigada a provar que forma empreendedores. No início do próximo ano, ela vai fazer uma experiência de proporções gigantescas. Todos os 900 alunos do primeiro ano terão de passar um mês desenvolvendo um projeto em algum país, inclusive o Brasil, dentro de um empresa.

*Gilberto Dimenstein, 54, integra o Conselho Editorial da Folha e vive nos Estados Unidos, onde foi convidado para desenvolver em Harvard projeto de comunicação para a cidadania.

Fonte:
http://portal.aprendiz.uol.com.br/2011/10/31/a-educacao-dos-milionarios-2/ 

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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A Carreira e Ambiente de Trabalho na TerraForum

A Carreira e Ambiente de Trabalho na TerraForum



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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Planejamento de Carreira: Construção do “Currículo B”.

*por Waleska Farias

“Uma das formas mais eficazes de conseguir o que você quer é saber o que você, realmente, quer. E quanto mais claros seus objetivos, mais rápido manifestam-se as conquistas.”

O desafio de conciliar o que queremos, o que temos com o que somos tem tirado muitos profissionais da zona de conforto. Afinal, é necessário questionar se o trabalho e a boa remuneração conquistada é, realmente, o ideal enquanto melhor opção profissional? Nessas ocasiões é comum aparecer alguém para nos perguntar se não estamos procurando problema, pois reflexões como essa nos obrigam a pensar e, invariavelmente, nos levam a mudanças…

Qual a melhor opção? Acumular experiências ao longo do tempo em várias empresas ou investir numa carreira de sucesso, galgando degraus em uma mesma empresa? Será que os conselhos e indicações de pessoas mais experientes pode nos liberar das responsabilidades e deliberações sobre qual caminho tomar? Afinal, se as experiências valorizam o portfólio profissional, por que privar-nos dos desafios em outras áreas e instituições antes de decidir o que realmente nos mobiliza e satisfaz?

Essas, dentre outras, são algumas das diversas dúvidas que levam tanto profissionais experientes como em início de carreira à recorrer à ajuda de processos como mentoring ou coaching, em meio a inúmeros questionamentos, os quais provocam insegurança e os impede de vivenciar a plenitude do momento em que se encontram. Muitos, inclusive, deixam de desempenhar no “melhor de si”, dado o desconforto da situação.

Sempre que experimentamos dilemas que nos levam a questionar a configuração profissional na qual estamos, devemos refletir sobre a legitimidade e viabilidade dos objetivos pretendidos, pois nem sempre aquilo o que queremos pode ser executado, exatamente, naquele determinado momento. Mas, nada que não possa ser estrategicamente trabalhado, enquanto conquista, no médio ou longo prazo.

Se nossa sobrevivência depende do salário que recebemos da empresa onde trabalhamos, como ensaiar um vôo solo sem que tenhamos como prover o necessário para honrar nossos compromissos? Como decidir pleitear um determinado cargo sem que tenhamos, ainda, o conhecimento e a experiência demandados para o exercício das funções inerentes a nova posição?

Devemos sonhar e projetar nossos ideais de vida? Sim, sempre. Mas, com bastante bom senso e cautela para não nos depararmos com situações difíceis por precipitação nas tomadas de decisão, quanto ao momento e modo oportuno para articular novas empreitadas. Se necessário, por que não construir um “currículo B” alinhado ao que queremos e somos, enquanto envidamos esforços em convergência com as novas realizações?

Trajetórias de sucesso são estruturadas através dos conceitos de organização, disciplina e determinação. Identificar o objetivo central, prever obstáculos e antecipar soluções, certamente, ajuda e oferece o alicerce necessário à execução de um plano de ação eficaz no processo de conquista dos objetivos inerentes ao “currículo B”. E quanto mais cedo nos dispusermos a efetuar as mudanças necessárias em linha com as realizações a serem executadas, mais rapidamente chegaremos onde queremos estar.

No plano mais sutil, mas não menos importante, quando da construção de um “currículo B”, devemos, também, estar atentos às demandas emocionais, as quais, se não avaliadas, podem comprometer o resultados dos nossos esforços: nível de autoconhecimento, autogestão e autoconfiança, percepção dos pontos fortes e fracos, clarificação de valores, avaliação das relações interpessoais, identificação de resistências e percepção de novas possibilidades. Ter consciência desses aspectos já é um excelente começo.

Todos os conceitos mencionados aliados à orientação de um profissional experiente podem contribuir bastante para que nossos projetos sejam realizados dentro das expectativas e prazos envolvidos. Além, é claro, de ter consciência que, independente do nosso status profissional atual, só depende de nós assumir responsabilidades e deliberar a respeito de quem queremos ser e o que queremos fazer.

Estamos juntos!

*Waleska Farias
Coach e Consultora de Gestão de Carreira e Imagem, desenvolve treinamentos, workshops e palestras com foco nos aspectos comportamentais das relações humanas, através da abordagem de conceitos essenciais, no que tange ao desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais, que agreguem valores e contribua para criação de um diferencial competitivo no processo de construção de carreira e formação de imagem. Site: waleskafarias.com


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ACIAI Iracemápolis promove palestra de Oratória, com Cintya Faccioli

A Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Iracemápolis - ACIAI, promoverá neste dia 21/11/11, às 19h30, a palestra "A Arte da Oratória".

Voltada para o desenvolvimento pessoal e profissional dos participantres, a oratória é sem dúvida nenhuma, um diferencial na era do conhecimento.



Maiores informações e inscrições, visite o site da ACIAI: www.aciaionline.com.br ou pelo fone: 19-3456-5454.

Equipe Capacitação de Lideranças

www.lideranca360.com

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Pensando como um Gênio





Por Ana Lúcia de Mattos Santa Isabel, escritora convidada do Blog Sua Carreira

"A arte diz o indizível; exprime o inexprimível, traduz o intraduzível."
(Leonardo da Vinci)

"Mesmo que você não seja um gênio, você pode utilizar as mesmas estratégias de Aristóteles e Einstein para tomar as rédeas do poder de sua mente criativa e controlar melhor o seu futuro."

As oito estratégias seguintes o encorajam a pensar produtivamente, em vez de (re)produtivamente, a fim de o fazer chegar às soluções para os problemas. “Estas estratégias são comuns aos estilos de pensamentos dos gênios criativos nas ciências, artes e na história do pensamento industrial”.

1. Encare o problema de várias formas diferentes e encontre novas perspectivas que ninguém mais tenha examinado ainda (ou que ninguém já tenha publicado!)

Leonardo da Vinci acreditava que, para adquirir conhecimento acerca da forma de um problema, começa-se por aprender a reestruturá-lo de muitas maneiras diferentes. Ele considerava que a primeira forma como ele olhava para um problema era muito parcial. Frequentemente, o problema reconstruído transforma-se em um novo.

2. Visualize!

Quando Einstein meditava sobre um problema, sempre achava necessário formular seu enunciado de tantas maneiras diferentes quantas possíveis, incluindo o uso de diagramas. Ele visualizava soluções e acreditava que tais palavras e números representavam um papel significativo em seu processo de pensamento.

3. Produza! Um distintivo característico dos gênios é a produtividade.

Thomas Edison tinha 1,093 patentes. Ele garantiu a sua produtividade estabelecendo para si mesmo e a seus assistentes “cotas de ideias”. Em um estudo com 2.036 cientistas através da história, Dean Keith Simonton da Universidade da Califórnia em Davis descobriu que os mais respeitados cientistas não produziram apenas trabalhos excelentes mas também trabalhos “ruins”. Eles não tinham medo de falhar, ou produzir resultados medíocres na busca pela excelência.

4. Faça combinações originais. Combine e recombine ideias, representações e pensamentos de diferentes formas não importando o quanto pareçam incongruentes ou pouco comuns.

As leis da hereditariedade, em que se baseia a moderna ciência da genética, tem suas bases lançadas pelo monge austríaco Gregor Mendel que combinou matemática e biologia para criar uma nova ciência.

5. Formule relacionamentos; estabeleça conexões entre assuntos dessemelhantes.

Da Vinci determinou uma relação entre o som de um sino e o barulho de uma pedra atingindo a água. Isto lhe permitiu estabelecer a ligação de que o som se propaga na água. Samuel Morse inventou a estação de transmissão para sinais telegráficos enquanto observava estações para cavalos.

6. Pense em opostos.

O físico Niels Bohr acreditava que, se você mantém opostos juntos, então você eleva o seu pensamento e sua mente se desloca para um novo nível. Esta habilidade lhe permitiu imaginar a luz como um duo de onda e partícula o conduziu à concepção do Princípio da Complementaridade. Suspender o pensamento (lógico) pode permitir à sua mente conceber novas formas.

7. Pense de forma metafórica.

Aristóteles considerava a metáfora um dístico dos gênios, e acreditava que o indivíduo que possuía a capacidade de perceber semelhança entre duas áreas separadas da vida e de concatená-las uma com a outra era uma pessoa de dons especiais.

8. Prepare-se para o acaso.

Não importa que nós tenhamos tentado fazer alguma coisa e falhamos, nós terminamos por realizar alguma outra coisa. Este é o primeiro princípio do acidente criativo. O fracasso pode ser produtivo desde que nós não o consideremos um desperdício total enquanto resultado. Ao invés disto: analise o processo, seus componentes e como você poderia modificá-lo para chegar a outros resultados. Não se pergunte: "Por que eu falhei?", e sim, melhor que isto: "O que eu realizei?"


Ana Lúcia de Mattos Santa Isabel

analucia@orioncomunicacao.com.br

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A vida deveria ser uma celebração contínua...

"A vida deveria ser uma celebração contínua, um festival de luzes por todo o ano. Somente então você pode se desenvolver, você pode florir. Transforme pequenas coisas em celebração... Tudo o que você faz deveria expressar a si próprio; deveria ter a sua assinatura. Então a vida se torna uma celebração contínua."

(Osho)


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