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sábado, 11 de setembro de 2010

Artigo: Excelência é sobretudo uma questão de talento

Para alcançar excelência organizacional, cada pessoa deve ser encarada como um centro de excelência e cada equipe como um centro de negócios.
Por Idalberto Chiavenato

Para alcançar excelência organizacional, cada pessoa deve ser encarada como um centro de excelência e cada equipe como um centro de negócios. Cada subsistema deve adequar-se ao sistema total. A isto se chama alinhamento que permita conduzir à consistência e integração. E dentro dessa conceituação sistêmica, o resultado não deve constituir apenas a soma das partes envolvidas. Somar é fácil. O difícil é multiplicar. E a excelência é sem dúvida uma das decorrências desse emergente sistêmico que é a sinergia. Algo difícil, complexo, singular, específico, mutável, instável.

Contudo, para transformar cada pessoa em um centro de excelência é preciso que ela adquira competências individuais, técnicas e sociais através de uma aprendizagem constante e ininterrupta, seja liderada e impulsionada, seja direcionada para metas e objetivos, esteja engajada e motivada, receba incentivos e recompensas pelas suas conquistas e se sinta fazendo parte integrante da turma. Olhar cada indivíduo é importante por que cada pessoa é em si um universo, um mundo diferente, um poderoso sistema de aprendizagem e inteligência. Mas é igualmente importante ver o todo organizacional, ou seja, o universo de indivíduos e grupos, cada qual dando a sua parcela de contribuição. Este é um paradoxo da empresa moderna.

E tudo isso exige alguns cuidados a saber:

- Planejamento da gestão de pessoas no longo prazo para buscar a experiência, conhecimento e competências necessários a cada ação futura. Cada administrador deve ser mais do que um simples gestor de pessoas. A gestão do conhecimento corporativo deve estar presente na gestão das pessoas, pois afinal quem aprende não é exatamente a empresa – que é uma ficção conceitual ou legal – mas as pessoas que dela participam, pensam e reflexionam, tomam decisões, agem e avaliam seus comportamentos em função dos resultados alcançados. Uma das responsabilidades do gestor de pessoas é contribuir para que o conhecimento seja devida e rapidamente compartilhado e aplicado pela sua equipe. Conhecimento sem utilização de nada vale.

- Para obter resultados diferentes são necessárias competências diferentes e, muitas vezes, pessoas diferentes. Isso implica em fazer profundas mudanças nos tradicionais programas de recrutamento e seleção, onboarding, treinamento e desenvolvimento, incentivos e recompensas, sucessão, para acompanhar e aproveitar as mudanças que ocorrem no negócio da empresa, no mercado, na tecnologia, na concorrência, etc. Tudo isso precisa deixar de ser executado exclusivamente pelo RH e ser estendido a todos os líderes da empresa e, principalmente com a ativa participação dos principais interessados: todos os colaboradores da empresa. Sem eles, nada feito.

- Já que os negócios são globais e planetários, o treinamento e a capacitação precisam tornar as pessoas cidadãs globais e adequadas a diferentes culturas no cotidiano de trabalho. É preciso que as pessoas adquiram visão periférica e aprendam com o mundo exterior. Já dissemos que não se trata apenas de ensinar, mas de aprender. E isso envolve não apenas tarefas e atividades, mas acima de tudo fazer com que as pessoas pensem, reflitam, analisem, avaliem, ponderem, critiquem e façam melhorias que, quase sempre significam mudanças. Em outras palavras, utilizem seu órgão mais sofisticado: o cérebro. E seu desdobramento maior: a inteligência. Cada negócio frutifica em função das inteligências utilizadas.

- É preciso formar líderes de classe mundial, principalmente nas empresas que mantém operações ao redor do planeta para que conheçam melhor os mercados externos e saibam aproveitar as oportunidades de novos negócios. Afinal, administradores também são pessoas como quaisquer outras, mas com o agravante de precisar liderar, articular e impulsionar pessoas. O velho padrão de executivo autocrático ainda existe em muitas empresas que ainda não se deram conta da necessidade da liderança impulsionadora em todos seus níveis hierárquicos. A liderança de lideranças é o ponto de início nesta complicada jogada estratégica. O exemplo deve vir de cima. É lá que estão os modelos de comportamento a seguir.

- O desafio está em colocar todas as técnicas disponíveis em ação e suprir toda a cadeia de valor da empresa para fechar o ciclo do capital humano, que é o seu patrimônio mais valioso e o seu maior capital de risco. Capital humano se constrói com talentos. E apesar da recente crise mundial a guerra por talentos continua cada vez mais intensa assumindo novas formas e caminhos e com targets cada vez mais precisos. Mas a quantidade de pessoas está cedendo espaço para a qualidade das pessoas. É o velho pregão de fazer cada vez mais com cada vez menos. Competências individuais, gerenciais e funcionais estão sendo cada vez mais valorizadas no mercado, pois são a base das competências empresariais e constituem além dos produtos e serviços, métodos e processos e outros ativos fundamentais a sua principal vantagem competitiva. Lembre-se do velho ditado: quem não tem competência não se estabelece.

- Convergência é fundamental para obter foco em qualquer negócio. Mas ela costuma trazer junto o pensamento coletivo e de acomodação. Parece paradoxal, e é, mas é preciso também sair da caixa e estimular o pensamento divergente para alcançar imaginação e criatividade e, com isso, provocar idéias que tragam inovação. A cultura corporativa deve permitir flexibilidade na maneira como as pessoas pensam e agem, como elas se relacionam entre si e com o seu trabalho. Criatividade significa muito mais do que simplesmente quebrar regras vigentes. A criatividade conceitual – aquela que gera idéias que mudam conceitos e práticas – somente existe e funciona quando as pessoas possuem as seguintes características:

* Fluência: representa a quantidade ou volume de idéias geradas.
* Flexibilidade: é a capacidade de pensar em várias e diferentes direções.
* Originalidade: é a habilidade de gerar idéias novas, especiais e originais.
* Relevância: é a chave da diferença entre criatividade artística e a criatividade conceitual. A criatividade conceitual deve ter fluência, flexibilidade e originalidade, mas deve também identificar e produzir uma solução relevante e importante para um problema existente. Se não as pessoas serão apenas criadores artísticos preocupados com meras formalidades ou perfumarias. Em geral, as empresas se concentram em criadores artísticos e ignoram os criadores conceituais.

Toda essa formidável inteligência coletiva precisa ser devidamente identificada, localizada, aproveitada e posta em marcha para proporcionar as mudanças dentro de nossas empresas e ao longo dos sistemas sociais.

http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/excelencia-e-sobretudo-uma-questao-de-talento/47972/


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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Carta Aberta aos Estudantes de Administração

Por Leandro Vieira

Que tipo de administrador a sua instituição de ensino deseja que você se torne? Não se preocupe se não souber responder: a maior parte das faculdades brasileiras de Administração ainda não parou para pensar no assunto.

A coisa funciona mais ou menos da seguinte forma: cada instituição reúne um grupo bastante eclético de professores, cada qual com sua especialidade e com características bastante peculiares que o distingue dos demais. Dessa heterogeneidade e diversidade de pensamentos é que vem a riqueza de sua formação. Você aprende a extrair de cada mestre as melhores lições. O outro lado da moeda é que raramente existe algum consenso quanto ao perfil de administrador que a instituição deve formar, e aí quem sai perdendo é você.

Muitas instituições, ao contratarem seus docentes, apenas lhe entregam uma caderneta, um plano de ensino feito por outro professor, explicam os procedimentos burocráticos básicos (“você deve bater o ponto até cinco minutos antes de começar a aula, deve preencher o diário de classes com o conteúdo apresentado, deve colocar exatamente um pontinho no quadradinho referente ao dia, deve fazer três avaliações por semestre, blábláblá...”), e boa noite e boa sorte. Nenhum comentário sobre a missão da instituição, ou o que eles esperam do professor. A ausência de uma visão compartilhada acaba bagunçando todo o coreto. Os alunos ficam à mercê do perfil individual de cada professor. Às vezes, dão sorte de encontrar um professor pra frente, vocacionado, com aulas dinâmicas e ótimo conteúdo. Outras, dão o azar de topar com um profissional desmotivado, desatualizado e que não compreende a amplitude de seu papel como educador.

Falamos tanto em gestão do conhecimento, mas me responda uma coisa: o seu professor de Administração Financeira sabe o que você está vendo nas aulas de marketing?

Pois é... Parece que a comunicação não anda fluindo muito bem em boa parte dos cursos de Administração de nosso país. Ensina-se uma coisa, pratica-se outra. Mas podemos contornar esses problemas, e você pode exercer um papel importante nesse processo de mudança.

Talvez você não saiba o tipo de administrador que a sua instituição deseja que você se torne, mas VOCÊ, pelo menos, deve saber.

Primeira dica: não se restrinja, jamais, a fazer apenas ao que lhe é cobrado. É muito comum encontrarmos professores “light”, que não exigem o suficiente e são condescendentes com os alunos. A turma adora, não aprende nada e acaba passando com nota boa. Na verdade, desperdiçam uma ótima oportunidade para adquirir conhecimento e desenvolver competências. Administração, no geral, é um curso fácil, enquanto que administrar é extremamente complicado. Se você não aproveitar a faculdade para desenvolver realmente as habilidades que um administrador precisa ter, terá dificuldades para ingressar no mercado posteriormente ou dar respostas na organização que vier a trabalhar. Apresentar um trabalho em grupo, por exemplo, é uma oportunidade ímpar para aprimorar sua capacidade de comunicação, trabalhar em equipe, exercer liderança e de superar expectativas. Administradores são obrigados a fazer isso o tempo o todo.

Segundo: aproveite todas as oportunidades que a instituição oferece. A coisa não se restringe à sala de aula. Muitas instituições oferecem programas de iniciação científica e de monitoria, por exemplo. O aluno que participa dessas atividades aprende a pesquisar, escrever, fica mais inteligente e, acredite, isso conta pontos lá na frente, depois da faculdade.

Terceiro: participe de uma empresa júnior. Essa é a melhor forma de aprender na prática tudo aquilo que um administrador precisa saber. Acompanho de perto o trabalho de muitas empresas juniores e, devo admitir, muitas delas não deixam nada a desejar às empresas de consultoria profissionais. Normalmente, os participantes de uma empresa júnior têm carreiras brilhantes, pois já saem da faculdade com experiência, auto-confiança e com uma bela rede de contatos.

Quarto: leia bastante. Faça da leitura um hábito. É um erro pensar que apenas praticando é que se aprende. Essa é uma meia verdade. Você deve ter um excelente embasamento teórico e saber aplicá-lo na prática.

Quinto: corra, Lola, corra! Procure formas de se aprimorar sempre. Faça cursos de extensão, aproveite seus fins de semana para aprender algo novo, viaje e, por favor, não esqueça de aprender outros idiomas. Inglês é fundamental, mas saber outras línguas além dessa, com certeza, irá lhe abrir mais portas.

Sexto: seja legal. Já escutei algumas vezes em sala de aula algum aluno falar que ali são “todos concorrentes”, pois irão competir por um lugar ao sol mais na frente. Besteira. Sei que o mundo é extremamente competitivo, mas as pessoas cooperativas são muito mais queridas - e acabam levando vantagem sobre os individualistas e mesquinhos. Inclusive, algumas organizações, como o Google, já aplicam diversas técnicas em seus processos de seleção para identificar – e descartar – os malas de plantão.

Por fim, lidere movimentos de mudança em sua instituição. Não fique esperando melhorias do tipo top-down (de cima para baixo). Muitas instituições de ensino estão apenas enroscadas no catatau de processos burocráticos que criaram ao longo dos anos. Os paradigmas estão aí para serem quebrados. Lembre-se de que você é parte da instituição. No fim das contas, você, os seus professores, coordenadores e diretores, estão no mesmo barco. Qualquer um pode dar sua contribuição e deixar seu legado. Foi-se o tempo em que as melhores estratégias saíam apenas das cabeças do presidente ou dos membros iluminados do conselho. Muitas das grandes idéias que revolucionaram o mundo partiram de pessoas envolvidas diretamente com o processo. Se você consegue identificar falhas e – o mais importante – consegue enxergar soluções para os problemas identificados, você pode ser um importante agente de mudança. Todo mundo irá ganhar com isso, inclusive você.

Pronto para começar?

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/carta-aberta-aos-estudantes-de-administracao/23363/


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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Curso: Business Game - Gestão de Negócios na Prática

São Paulo, 14 e 21 de outubro de 2010, das 08h30 às 17h30

APRESENTAÇÃO

Utilizado nos programas de formação de líderes de Harvard e MIT, este jogo é um motivante simulador de negócios que colocará você em uma posição de tomada de decisão nas principais áreas de uma organização, evidenciando o impacto que cada uma delas provoca no posicionamento da empresa.

OBJETIVO

• Vivenciar a experiência do planejamento estratégico, análise da concorrência, alinhamento funcional interno, segmentação de mercado, posicionamento de mercado e finanças.
• Consolidar os resultados de suas decisões por meio de feedbacks numéricos e analíticos e resultados financeiros de sua empresa, comparados com as empresas dos demais grupos.
• Baseado no aprendizado pela solução de problemas (Problem-Based Learning), o programa usa técnicas mistas de ensino em que o aluno é o centro de todas as atividades e é parte ativa no processo.
• Obtenha conhecimentos para leitura de relatórios contábeis e financeiros, relacionando-os ao planejamento da empresa e da correta leitura de um sistema de informação gerencial (ERP).
• Simulações de preços, quantidades, efeito das inovações e comportamento da concorrência. Tudo isso poderá ser testado (e sem que você perca dinheiro).

PROGRAMA

• Aprendendo sobre o simulador (características, peculiaridades do simulador e objetivos da competição)
• Noções (revisão) de Finanças, Marketing, Produção, RH e P&D
• Interação entre as equipes: jogo de soma zero (quando uma equipe ganha, outra perde, competição X cooperação, etc...)
• Simulações: jogadas em que toda a teoria será testada na prática (desde a previsão de vendas, orçamento de marketing, capacidade produtiva e empréstimos necessários)
• Avaliação de resultados. Após cada jogada ,será feita uma análise para checar a performance individual, as lições aprendidas e confrontar real x previsto.

INSTRUTOR(ES)

Carlos Alberto Ercolin

• Administrador com Especialização em Finanças pela FAAP.
• Cursos de extensão pela FGV-SP e IMD-Suíça.
• MBA em Finanças Empresariais pela FEA-USP.
• Mestrado (créditos concluídos) em Finanças, pela FEA-USP.
• Executivo com larga experiência internacional (Nestlé, Renault, Grupo ICI), tendo participado de várias reuniões de trabalho e ministrado seminários em alguns países (Angola, Argentina, Austrália, Chile, Colômbia, Escócia, EUA, Inglaterra, México e Suíça).
• Atuou em projetos compartilhados com grandes consultorias (PwC, McKinsey e KPMG) e renomadas bancas de advogados em processos de start-up e due dilligence (Veirano, Mattos Filho e Goulart Penteado).
• É sócio da HEXIS Consulting, desenvolvendo projetos de consultoria e treinamento em Finanças Corporativas e Governança Corporativa em empresas, prefeituras e órgãos de classe.
• Atua como docente em cursos de MBA (Controladoria, Finanças Corporativas e Valuation).
• Publicou diversos artigos em periódicos e revistas especializadas.
• Diretor executivo da ANEFAC; Membro do IBEF e IBGC.

Fernando Cardoso
• Autor do livro Gestores de e-Learning - Saiba planejar, monitorar e implantar e-learning para treinamento corporativo , Ed. Saraiva.
• Mestrando em Tecnologia da Inteligência, pela PUC.
• Ministrou este treinamento para mais de 1000 profissionais.
• Sócio-diretor da Integração Escola de Negócios.
• Palestrante Nacional e Internacional em eventos como: 30º IFTDO International Federation of Training and Development Organizations, ASTD 2002 e 2003 - American Society of Training and Development (EUA), Expo Management 2008 e 2002, CONARH 2001
e 2006, EMBRA 2002 (Encontro Brasileiro de Administradores), e-learning Brasil 2006, CBTD- Congresso Brasileiro de T&D 2004, 2005 e 2006.
• Autor do capítulo do Manual de Treinamento & Desenvolvimento 2001 e 2006, sobre e-learning e logística em produção e realização de T&D, editora ABTD e Makron Books.
• Vice-Presidente da ASTD Brasil.
• Atua com e-learning desde 1996, com mais de 150 projetos desenvolvidos, desde ações pontuais até Universidades Corporativa On Line e Portais de Educação.

INFORMAÇÕES GERAIS
Local - São Paulo – Auditório Integração – R. Manuel Guedes, 504 – Itaim Bibi

Duração - 19 horas
3 horas antes do encontro presencial
2 encontros de 8 horas (separados por 1 semana)

Inclui - almoço, coffee-break, estacionamento, material didático e certificado (entregue mediante 75% de participação).

Hospedagem - Preços especiais para os participantes do curso:
São Paulo - Trip Itaim T. 11 3066.2699

Mais informações
www.integracao.com.br
São Paulo - 11 3046-7878
Outros Estados - 0800 16 24 68


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sábado, 4 de setembro de 2010

Leia: Sempre é tempo de recomeçar a carreira!

Autor: Rosângela Casseano

Recebi um e-mail de um leitor na faixa dos 35 anos, formado em Design Gráfico e há 10 anos trabalhando com artes gráficas. Ele nos conta que sempre se interessou pela área de TI (Tecnologia da Informação), mas ainda não tinha tido a oportunidade de ingressar na área, porém, tomou coragem e agora está cursando Tecnologia em administração de Banco de Dados. Apesar dele acreditar em seu potencial e força de vontade ele me pergunta: “... com 35 anos vale a pena investir tempo e dinheiro em outra carreira?”

Minha resposta: SIM!

Temos inúmeros dons, nem sempre conhecemos a fundo nosso potencial, toda vez que estamos infelizes profissionalmente, provavelmente estamos longe de atuar com nossos melhores “talentos”, mas é possível dar uma guinada na vida profissional, para isso, muitas vezes temos que nos manter no emprego atual e paralelamente ir desenvolvendo um “plano B”, no caso do nosso leitor, ele pergunta também como poderá elaborar um CV para iniciar nessa nova carreira aos 35 anos.

Antes de pensar no CV é importante ressaltar que muitos profissionais da área de TI começaram seus estudos como autodidatas, seguindo estes exemplos e por conta própria inicie um projeto de conhecer ferramentas, programas, softwares; no momento oportuno, quando se sentir mais seguro com as ferramentas poderá citar os conhecimentos técnicos adquiridos mesmo que academicamente e se apresentar como candidato.

Com sinceridade e empenho tudo tende a dar certo!


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Viver ou juntar dinheiro?








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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Leia: Histórico das Gerações

por FGY Consulting

Nas últimas seis décadas, observa-se quatro gerações que ditaram época e mudaram os valores e o jeito da sociedade pensar e agir. Para melhor compreensão dos fatos, veja abaixo um breve histórico de cada uma dessas gerações:

TRADICIONAIS (até 1945): É a geração que enfrentou uma grande guerra e passou pela Grande Depressão. Com os países arrasados, precisaram reconstruir o mundo e sobreviver. São práticos, dedicados, gostam de hierarquias rígidas, ficam bastante tempo na mesma empresa e sacrificam-se para alcançar seus objetivos.

BABY-BOOMERS (1946 a 1964): São os filhos do pós-guerra, que romperam padrões e lutaram pela paz. Já não conheceram o mundo destruído e, mais otimistas, puderam pensar em valores pessoais e na boa educação dos filhos. Têm relações de amor e ódio com os superiores, são focados e preferem agir em consenso com os outros.

GERAÇÃO X (1965 a 1979): Nesse período, as condições materiais do planeta permitem pensar em qualidade de vida, liberdade no trabalho e nas relações. Com o desenvolvimento das tecnologias de comunicação, esta geração tentou equilibrar vida pessoal e trabalho. Porém, como enfrentaram crises violentas, como a do desemprego na década de 80, também se tornaram céticos e superprotetores.

GERAÇÃO Y (1980 a 2000): Com o mundo relativamente estável, eles cresceram em uma década de valorização intensa da infância, com internet, computador e educação mais sofisticada que as gerações anteriores. Ganharam autoestima e não se sujeitam a atividades que não fazem sentido em longo prazo. Sabem trabalhar em rede e lidam com autoridades como se eles fossem um colega de turma.


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Assista: Emprego de A a Z: a hora de mudar

Max Gehringer diz que pedir as contas não é mais uma decisão do outro mundo, mas pode ser um erro. Segundo ele, quem entra no mercado de trabalho agora com certeza vai mudar algumas vezes de emprego.




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