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sábado, 21 de maio de 2011

A Força do Facebook - Programa Mundo S/A (Parte 1)





Programa Mundo S/A (GloboNews) entrevista Mark Zuckerberg e fala sobre a força do Facebook.
[Parte 1]



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sexta-feira, 13 de maio de 2011

O bullying sempre existiu

* por Tom Coelho

O bullying sempre existiu. Anos atrás as vítimas eram chamadas de CDFs, nerds ou puxa-sacos. Eram jovens que se sentavam nas primeiras fileiras de carteiras na sala de aula, prestavam atenção no professor e na matéria lecionada, inquiriam e respondiam perguntas, faziam o dever de casa e, consequentemente, tiravam boas notas. O contraponto era a “turma do fundão”, formada por rebeldes e descolados.

Os atos de bullying eram bem conhecidos. Desde o “corredor polonês”, onde vários estudantes se enfileiravam para escorraçar o alvo com alguns petelecos, tapas e breves pontapés, a chamada “geral”, até o famigerado “te pego lá fora”. A opressão era mais física do que psicológica, pois o constrangido tinha em sua defesa o fato de ser, normalmente, melhor aluno que seus agressores.

Claro que também tínhamos o assédio ao gordo, ao feio e ao varapau. Mas a questão é que estas ações eram contidas em si mesmas. As escolas mantinham “bedéis” para colocar ordem na casa e coibir atos de violência, sem falar que ir “parar na diretoria” era temido pela maioria dos alunos.

Contudo, se o bullying ocorresse, ao chegar em casa a vítima ainda iria ter com seus pais. Alguns poderiam dizer: “Não reaja, pois não é de sua natureza”, no melhor estilo “ofereça a outra face”. Já outros argumentariam: “Se apanhar de novo lá fora e não reagir, vai levar outra surra quando chegar em casa”.

Mas isso tudo são histórias de 30 ou mais anos atrás, tempos em que a educação era partilhada pela igreja, a família e a escola. A igreja católica se viu alvejada, no Brasil, pelo avanço dos evangélicos e outras religiões, de modo que passou a se preocupar mais com seu negócio do que com seus clientes. A família abandonou o modelo patriarcal, migrando para o nuclear. Agora a mulher trabalha fora, acumulando a chamada dupla-jornada, ou seja, cuidar de seu emprego e dos afazeres domésticos, sobrando menos tempo para dar atenção aos filhos. Esta nova rotina profissional levou à desagregação familiar. Assim, a educação foi entregue à tutela quase exclusiva da escola que, por sua vez, também se tornou um grande negócio.

Neste quadro, coloque como tempero os conflitos de valores, a influência da mídia e os novos paradigmas sociais. Agora temos alunos que não respeitam professores, colegas e até os pais, pois têm grande dificuldade de lidar com o conceito de hierarquia. O apelo ao consumo transformou pátios em passarelas, por onde desfilam roupas e celulares. Os péssimos hábitos alimentares promoveram o crescimento da obesidade contrastando com a ditadura da beleza. E a cereja do bolo: a comunicação pelas redes sociais que levam as vítimas à exposição instantânea e em larga escala.

A solução para amenizar o bullying não passa por mais regras, coerção e punição. Passa pelo resgate dos valores e a conscientização sobre o que é certo e o que é errado, tarefa esta da igreja, da família, da escola e também da sociedade.


* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela Editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br e www.setevidas.com.br.




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terça-feira, 10 de maio de 2011

Leia: Profissão Administrador de Empresas



Executivo fala aos jovens que desejam alcançar o sucesso profissional no comando das organizações.

Por Rômulo Martins
Fonte: Empregos.com.br











Visão holística, foco em resultados, liderança são algumas das principais competências exigidas do administrador de empresas, profissional que gere negócios e pessoas. Segundo Caio Infante, diretor de marketing e novos negócios da Fellipelli, o mercado de trabalho valoriza e compensa os bons administradores.
No entanto, é preciso estar alinhado às regras do segmento de atuação e ter “humildade” e “paciência”. Para chegar ao topo do organograma organizacional, afirma Infante, o profissional precisa ter vivência ou pleno conhecimento de todas as áreas da empresa, o que demanda tempo, preparação e esforço.

Formado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing com mestrado em Gestão Internacional pela Universidade de Tecnologia de Sydney (Austrália), ele fala sobre a carreira de administrador e dá dicas aos jovens que desejam atuar na área.

Assista ao vídeo da entrevista


Leia a entrevista

O que faz um administrador de empresas?
O administrador tem uma função bastante ampla. Ele cuida desde a parte financeira à estratégia da empresa, pode passar pelo marketing, desenvolvimento e gestão de pessoas. A carreira tem essa diversidade, por isso é muito comum estudar administração de empresas, já que o profissional tem bastante alternativa. No momento em que o jovem não sabe o que vai fazer, na administração ele acaba vendo um pouco de tudo; depois acaba se especializando naquilo que gosta mais.

Quem pode atuar como administrador?
Engenheiros, médicos, advogados, professores. O que motiva na escolha da profissão é a influência dos pais, dos colegas. Só que quando você começa a trabalhar toma gosto pela coisa. Muitas vezes um engenheiro descobre que é muito bom com os números e quer aplicar o conhecimento de outra maneira. De repente, montando ou administrando um negócio ele tem mais sucesso.

Especialização
O curso de Administração ou de extensão (para profissionais que querem atuar como administradores, mas são de outras áreas) sempre é bom porque a atividade envolve diversas áreas, como recursos humanos, marketing. É importante ter embasamento teórico na área.

Áreas de atuação
O administrador de empresas tem flexibilidade. Pode atuar em uma consultoria, um hospital. O jovem pode começar - como mostram os cases de sucesso - como auxiliar de escritório, assistente administrativo e ir crescendo, chegar a um cargo de diretoria.

Dicas aos jovens que querem atuar na área
Uma dica importante é: qual empresa você quer trabalhar? Por exemplo: eu gosto da empresa x ou do segmento aéreo, farmacêutico. Busque a informação sobre as empresas desse segmento e quais serão os desafios de um administrador nela. Estude o mercado de trabalho e teste. O jovem que começa como estagiário está no momento de testar, provar.

Competências comportamentais são analisadas criteriosamente pelas empresas?
Sem dúvida, é por isso que existem as dinâmicas de grupo. As pessoas falam: “nossa, eu tive de construir um trem com papel e fita crepe”. Por quê? As empresas estão medindo a liderança, as ideias alternativas, quem ficou quieto. Uma coisa é chegar à entrevista de emprego e dizer “sou criativo”. Mas diante de algumas atividades o recrutador capta como o candidato reage sob tensão, pressão, ou seja, no dia a dia empresarial.

Quais as competências mais importantes?
No início da carreira é personalidade, como o profissional age, o que já fez (um trabalho voluntário?), o rendimento na universidade, se participa de algum clube. São características da vida pessoal que serão levadas para a empresa. Uma pessoa parada não vai se adequar a uma empresa dinâmica.

A faculdade é importante, mas não o mais importante. Foi-se o tempo que uma faculdade de primeira linha garantia emprego. Hoje é apenas mais um critério. Com relação à língua estrangeira, sim, é importante. Com tantas alternativas de escolas de inglês, espanhol em vez de ficar muito tempo na internet, vai fazer um curso que, com certeza, será um diferencial.

Todo administrador de empresas ganha bem?
Vai ganhar dinheiro, com certeza. Mas comece devagar. “Ah, mas o meu amigo está na empresa x e ganha mais que eu”. Sempre terão diferenças de salário. Olhe para dentro de casa. Por que o seu amigo ganha mais? Porque ele correu atrás, fez algo diferente. Tem de tomar cuidado com as comparações. Existem segmentos que pagam mais. Estude o segmento que você quer trabalhar, mas não pense apenas no dinheiro. Você tem de ter prazer. O dinheiro é legal por um tempo. Depois você se pergunta: “nossa o que estou fazendo aqui?” É importante gostar do que faz.

Matéria: http://carreiras.empregos.com.br/carreira/administracao/noticias/profissao-administrador.shtm




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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Liderança 360º x postura do líder.

No artigo publicado anteriormente, cujo tema é “A essência da Liderança 360º” ( leia em: http://www.cintyafaccioli.com/artigos_ver.asp?id=15 ) pudemos abordar alguns assuntos interessantes sobre o tema e, em síntese, podemos afirmar com segurança que o objetivo do líder deve ser o de "querer compartilhar, agregar, fazer acontecer e crescer" profissional e principalmente, pessoalmente falando... e formar mais líderes.

Digo isso porque a essência deste meu primeiro livro editado (Liderança 360º sob a Ótica da Terceira Inteligência, pode ser adquirido pelo site: http://www.cintyafaccioli.com/livro.asp ), é em tese a busca pelo equilibrio entre o desenvolvimento das competências (conhecimentos, habilidades e atitudes) que levam à postura de liderança, e a isso, não é preciso necessariamente, um cargo...

Ainda aborda a importância do autoconhecimento do lider, para que este saiba que tem limites, principalmente voltados ao respeito para com o próximo (princípio básico de liderança, se o líder não "entende" isso, ele precisa urgentemente aceitar esta condição e desenvolver isso...).

Desta forma, ele trabalha suas competências impulsionadoras (todas que ele já sabe bem e pode aperfeiçoar-se, compartilhando positivamente com sua equipe) e ainda cuida de suas competências restritivas ( que é aquilo que o líder precisa lapidar em seus conhecimentos, habilidades e atitudes).

Todos tem pontos positivos (impulsionadores - que podem ser aperfeiçoados e compartilhados) e pontos a serem melhorados (restritivos - que para não serem restritivos, devem sim ser trabalhados, desenvolvidos, enfim... a humildade é ponto pacífico nesta história para os devidos reconhecimentos de onde o lider está e onde ele quer chegar). Portando, as competências impulsionadoras são oportunidades que o levarão ao sucesso (seja ele de qualquer ponto de vista - pessoal, social, profissional), e as restritivas (se não cuidadas) podem vir a ser ameaças. (Leia-se - Matriz SWOT, ou F.O.F.A, de marketing, aplicada à psicologia da liderança)

Aborda também a importância do desenvolvimento das múltiplas inteligências - racional (habilidades técnicas), emocional (habilidades de relacionamento interpessoal) e espiritual (entender qual o sentido de sua missão), porque não dizer... que devem harmonizar-se... não é fácil, mas a proposta são os desafios de ser líder e não apenas ostentar um cargo, ou status quo.


Enfim... a ideia é prezar pela busca do equilíbrio e do bom senso. Acredito também que as pessoas com missões semelhantes acabam se atraindo, pois tem visões e objetivos que buscam levar a resultados positivos (mas para isso é preciso querer "de coração" e não "da boca pra fora").

Sentir (essência da terceira inteligência, ou inteligência espiritual) que está cumprindo a sua missão, acaba sendo além de uma realização, um hábito de reflexões diárias acerca de tudo o que acontece, somadas aos objetivos das organizações ($), podem se tornar fator de sucesso recíproco (realização pessoal x resultados nas organizações). Nada melhor do que se sentir bem fazendo o que se gosta (daí a importancia do auto conhecimento e do conhecer ao outro), e saber ainda que sua convicção e postura é aceita e reconhecida, que normalmente são ingredientes positivos para que o sucesso se concretize para ambas as partes.

Se esta for a postura adotada pelo lider (não estamos falando de cargo, estamos falando da essência da liderança), que deve ser parâmetro, as de manter motivações elevadas pela terceira inteligência, não sobra tempo para negatividade e a prioridade passa a ser reconhecer o que cada um tem de bom para compartilhar... e o crescimento passa a ser de todos, porque o lider entende que o crescimento do grupo é o seu próprio (difícil exercício de controlar o "ego").

Pare, pense em seus objetivos e metas, analise sua postura e bom autodesenvolvimento!

Cintya Faccioli, Ph. D
www.lideranca360.com

domingo, 1 de maio de 2011

Assista: Quando devemos investir em pessoas

http://suacarreira.blogspot.com/2011/05/assista-quando-devemos-investir-em.htmlQuando devemos investir em pessoas

Entrevista com Maria Inês Felippe, Vice-Presidente de Relações com a Academia da Associação Brasileira de Recursos Humanos, sobre a importância de investimentos na formação e qualificação de pessoas, a despeito de situações de crise.



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Assista: Brinquedoteca - Casa Mãe de Deus - Projeto Sinergia ICF

Parabéns Instituto CEO do Futuro pelo trabalho bacana... o Brasil precisa ainda mais de trabalhos como esse.

Brinquedoteca - Casa Mãe de Deus - Projeto Sinergia ICF

Tendo em vista a importância da brinquedoteca nos aspectos pedagógico, social e comunitária, foi elaborado o projeto para ser aplicado na Casa Mãe de Deus, em São Paulo.




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ASSISTA: SEM MOUSE, SEM TECLADO - Prof Menegatti - Palestrante

SEM MOUSE, SEM TECLADO - Palestra Motivação Motivacionais Motivacional Palestrante Inovação

Prof Menegatti - Palestrante


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