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terça-feira, 26 de abril de 2011

Sua empresa sabe o que é e para que serve o marketing de serviços?




Como você é atendido no dia-a-dia? Como foi a sua última viagem ou sua última refeição em algum restaurante? O atendimento foi satisfatório, as informações foram claras, a pessoa que lhe atendeu sabia do que estava falando e foi solícita? Houve real interesse pela sua satisfação? Bom, em tempos de crescimento econômico e a proximidade com a Copa e as Olimpíadas no Brasil, ainda temos muito a aprender. O Marketing de Serviços, um dos campos de estudo ou da Ciência Administrativa, é sem dúvida uma ferramenta que ajudará a sua empresa a proporcionar melhores e experiências aos seus clientes.

Estamos acostumados com a abordagem mercadológica clássica de produtos. As empresas, de maneira geral, desenvolvem um produto, criam um design, embalagem e marca atrantes, estabelecem um preço competitivo, distribuem e o promovem. É o chamado mix de marketing, que muitos conhecem como 4 P's.

Em serviços, a coisa muda um pouco em função das suas características peculiares. Pense num exemplo. Você vai a um dentista fazer um tratamento qualquer. Só existe uma única chance de o serviço der certo logo na primeira vez. No caso de produtos, caso haja algum problema, basta trocar. E em se tratando de serviços como hotéis, agências de viagem, consultorias, treinamentos, cabeleireiro, etc? Quando não saem como o esperado os transtornos são enormes.

Para entedermos melhor a estratégia de marketing recomendada para os serviços, analisemos um pouco as suas características principais. De modo geral os serviços apresentam as seguintes características:

- Intangibilidade: os serviços são produtos intangíveis, ou seja, não podem ser tocados, experimentados, apalpados. Este fato gera insegurança ao cliente. Mais um exemplo: imagine que você deseje contratar um arquiteto para elaborar um projeto para sua casa. Que elementos você levaria em consideração para ter certeza da qualidade dos serviços? Imagine que você fosse ao escritório do tal arquiteto e se deparasse com o seguinte cenário: paredes descascadas e sujas, móveis ultrapassados e um ambiente sem harmonia. Qual seria sua reação? Você ainda o contrataria? Os compradores, de todos os tipos de serviços, buscam evidências, pistas e sinais que transmitam uma imagem de segurança e credibilidade. Cada empresa deve buscar desenvolver os elementos que causem um impacto positivo em seus clientes. Se for um restaurante, limpeza, boa iluminação, cheiro agradável e até o som do ambiente ajudam a formar uma imagem de confiabilidade para a clientela.

- Perecibilidade: outro aspecto dos serviços é a percebilidade. Não dá pra estocar um serviço. Se você contrata uma consultoria, precisa maximizar a utilidade dos serviços, pois o pagamento é feito por hora de trabalho. Se a hora foi produtiva ou improdutiva o valor será o mesmo.

- Inseparabilidade: Todo serviço requer um prestador e um cliente próximos. A produção e o consumo ocorrem ao mesmo tempo. A empresa precisa desenvolver uma estratégia adequada de distribuição de seus serviços. Para isso algumas decisões devem ser tomadas. Como será feito o atendimento? O cliente virá a até nós ou nós iremos até o cliente. A tecnologia, como a internet, é um aliando importante nestas horas. Existem cursos, palestras e treinamentos realizados por profissionais distantes dos locais onde os clientes se encontram. Cabe a cada empresa desenvolver a estratégia mais adquada ao seu tipo de negócio e público-alvo.

- Heterogeneidade: este é um dos pontos críticos dos serviços. É muito fácil padronizar a produção de um produto tangível, como uma caneta, mas é muito mais difícil padronizar um serviço, como um corte de cabelo. Numa simples ida a uma padaria dá para perceber as diferenças de atendimento entre cada atendente ou mesmo do mesmo atendente. Isto porque as pessoas têm motivações, personalidades, níveis de treinamento distintos. Ou a pessoa prestadora de serviços pode estar passando por algum problema, pode estar indisposta, mal-humorada, etc. Para reduzir essa variabilidade na qualidade do serviço oferecido é preciso que a empresa tenha um política contínua de treinamentos aliada a um bom programa de avaliação de desempenho. Existem companhais, como a TAM por exemplo, que periodicamente mudam os seus atendentes para manter a mesma qualidade dos serviços.

Apenas com base nessas quatro características já dá pra se ter uma idéia da complexidade do gerenciamento dos serviços. Por isso, alguns autores sugerem que os 4 P's (produto, preço, praça e promoção) do marketing convencional são insuficientes. Sugeriu-se então mais 4 P's: Perfil, Pessoas, Procedimentos e Processos. Surgiu, assim a teoria dos 8 P's.

O "P" de Perfil trata de aspectos tangíveis que podem ser trabalhados para melhorar a imagem percebida dos serviços. O exemplo do arquiteto neste artigo. Caso ele melhorasse o aspecto de seu escritório, adquirindo móveis modernos e melhorando a infra-estrutura, ele teria melhores resultados com os clientes. A disposição dos equipamentos, os móveis, a climatização e iluminação do ambiente e até as cores influenciam e formam o Perfil.

Pessoas são as responsáveis pela prestação dos serviços. Neste "P" o foco é na educação, no nível cultural e na aparência dos profissionais. Imagine um profissional da área de nutrição com obsesidade mórbida. Ou um contador com problemas de imposto de renda. Trabalhar as Pessoas é fundamental para gerar credibilidade.

O "P" de Processos diz respeito ao sistema de trabalho da empresa e como as atividades são projetadas. Imagine uma lanchonete. Primeiro é preciso pagar uma fila para ser atendido no balcão e depois pegar outra fila para pagar a conta no caixa. É preciso desenvolver um sistema que agilize o atendimento ao cliente.

Por fim, o "P" de Procedimentos. O foco aqui é na qualidade do relacionamento entre clientes e profissionais. Pessoas apáticas, frias e robotizadas não transmitem credibilidade e prejudicam o atendimento prestado e a satisfação dos clientes.

Por tudo que foi discutido neste artigo, verifica-se que administrar serviços não é uma tarefa simples e requer profissionais capacitados e dotados de uma boa visão mercadológica. É importante citar que mesmo que uma empresa trabalhe com produtos tangíveis, como um supermercado ou loja de carros, os serviços continuam sendo uma atividade crítica que se tornou o grande diferencial entre as empresas atualmente, tendo em vista que os produtos oferecidos são muito semelhantes. Para fidelizar clientes, construir um bom posicionamento no mercado e gerar lucros, investir em serviços é uma sábia decisão. Pense nisso.

 

A Essência da Liderança 360o




Por Cintya Faccioli, Ph. D

Diante das mudanças que vem acontecendo, tanto na natureza, quanto nas relações, relacionei a seguir alguns pensamentos, ideias e sugestões para sermos dinâmicos e eficazes na gestão, seja de pessoas, conhecimento, ambiental, enfim... nesta era do conhecimento.

A necessidade de aprendermos novas habilidades, abandonarmos certos hábitos "antigos" e olhar para essas questões sob outros paradigmas, de forma a não sermos negligentes ou fazermos de conta mesmo que não se trata de "problema meu" se faz presente e mais forte a cada dia.

As informações vem "às pencas", por todos os lados, em uma velocidade vertiginosa. Cabe a nós praticarmos o acesso a elas, escolhermos bem as fontes e filtrarmos, trabalhando-as a fim de se tornarem conhecimento e fazerem parte do rol de nossas bases para tomarmos decisões assertivas.

A questão é a seguinte: se posso fazer a diferença, o que está impedindo que eu realmente faça?

As empresas, sempre com o mesmo discurso, exaltam o líder como perfil ideal de seus colaboradores, tendo principalmente um conjunto de "atributos" necessários para que este realmente exerça a liderança, e cobra por isso. Mas, será que esta empresa, além de listar os atributos, fornece condições para que este profissional possa ser líder??

Partimos do princípio de que o profissional queira crescer, pois se não for desta forma, a empresa pode investir milhões e milhões e não vai surtir efeitos positivos desejados. O que o homem "pessoal" não quer, o homem "profissional" não desenvolve, então a vontade torna-se ponto pacífico.

Então, continuemos nossa análise: se o profissional quer de fato crescer, este tem que desaprender (os velhos hábitos, ou os hábitos "de sempre") e reaprender competências necessárias acerca da nova realidade tanto do planeta quanto do complexo mundo corporativo, no qual vivemos atualmente.

Para buscar este aprendizado é necessário que se tenha parceiros que tenham o mesmo objetivo, porém sob outro prisma diferenciado, que é a valorização da pessoa como centro e fator crucial de mudanças, tanto comportamentais, quanto corporativas. Mudanças comportamentais causam mudanças corporativas, o ambiente é reflexo das pessoas que nele vivem. Somos parte integrante do universo e fazemos dele o que temos dentro de nós.

É simples compreendermos esta verdade. Nosso corpo é semelhante ao planeta, precisa de alimentos, cuidado, enfim... energia. Nossas veias são equivalentes aos rios, nosso sangue às águas que neles correm, igualmente precisam estar limpos e seguirem seu fluxo perfeito e harmônico. Daí a importância de entendermos nossa missão para liderarmos nossas vidas e fazer do nosso mundo (seja ele a nossa casa, nossa escola, família, empresa, planeta, etc) um lugar mais digno e gostoso de se viver (ao invés apenas de "existir"). Precisamos tanto de alimento comestível para nosso corpo (sais minerais, vitaminas, carboidratos, etc), quanto de alimentos para nosso intelecto (adquirirmos conhecimentos técnicos, emocionais) e por que não evoluirmos também espiritualmente, dando alimento ao nosso espírito? No sentido de entendermos a nossa missão, aquilo que nos faz feliz e nos deixa realizados, e deixarmos um legado não só de liderança, mas também um planeta melhor para as futuras gerações.

Para entender isso, as pessoas nas suas respectivas empresas (falando do homem "profissional") normalmente tem que passar por uma "lavagem cerebral" e quebrar muitos paradigmas, deixando loucos os "workahólics", pois estes respiram trabalho e se esquecem de viver a vida como esta deve ser vivida, dignamente, tendo trabalho sim, mas tendo também família, amigos, diversão, espiritualidade e sem dúvida nenhuma desta forma, quem respeita a si mesmo, respeita também os outros e o meio no qual vive (seja o escritório, seja a universidade, seja o bairro, cidade, planeta).

Parte-se daí para uma visão ampla, macro, de que este profissional faz parte de um todo, chamado vida, e esta deve ser respeitada acima e antes de qualquer coisa.

Entendendo isso, voltemos para a liderança nas organizações. As empresas devem ter como princípio este respeito, e ter como questão crucial de ética, fazê-lo cumprir. Um treinamento para a liderança já não basta mais. Deve haver sim uma capacitação de lideranças, porém em 360o.

A liderança 360o abrange o homem pessoal, antes do corporativo, considerando também o homem social, e desenvolve suas competências essenciais para vivermos nesta época de extremas e dinâmicas mudanças. Os conhecimentos, habilidades e atitudes que se abordam na liderança 360o faz com que este homem se conscientize de que é necessário, além de habilidades técnicas (QI), desenvolver também habilidades de relacionamento interpessoal (QE) e também espiritual (QS).

Sugere ferramentas para criar condições de autoconhecimento a fim de que este homem tenha plena consciência de quem é, onde está, o que quer e o que fazer para chegar em seus objetivos. Questões como: "Qual é o sentido da minha vida"?, ou "O que me deixa feliz e realizado"? ou ainda "Que exemplo eu posso dar para as demais pessoas"? são algumas das utilizadas para desenvolver as múltiplas inteligências na liderança 360o.

Conhecendo a si mesmo, o homem tem maiores condições de se respeitar e respeitar os demais, pois aprenderá a desenvolver empatia necessária para entender e respeitar os limites dos demais de seu convivio, deixando de criticar as diferenças, pois entenderá que não existem pessoas "melhores ou piores", mas sim diferentes. Aprenderá que elas são necessárias e fará da equipe, uma equipe mais rica.

A liderança 360o faz um acompanhamento individual do homem, nos seus vários âmbitos, e vai atuar nas competências restritivas deste, que são aquelas que ele precisa desenvolver.

Vai ainda indicar as competências impulsionadoras deste homem, que são aquelas em que o mesmo domina, sugerindo ferramentas para que elas sejam exponencialmente multiplicadas. Ora, quem é bom em determinada competência, pode e deve ser agente multiplicador desta, desenvolvendo mais lideranças e fortalecendo sua equipe.

Pois bem, falamos do homem individual e de sua equipe (que é formada também por homens individuais, portanto com expectativas e motivações diferentes, daí a necessidade de conhecer a todos da equipe). Fortalecendo estas competências impulsionadoras e formando agentes multiplicadores das mesmas, também identificando e trabalhando as competências restritivas, podemos começar a alinhar estes profissionais à missão, visão, valores e objetivos da empresa.

É uma análise do micro (homem-pessoal, social e profissional), para o macro (equipe / empresa), onde a liderança 360o vai "fazer uma triagem" e indicar a melhor forma de alinhar estes objetivos, considerando as competências, as múltiplas inteligências (QI, QE e QS), os perfis de motivação individual, as expectativas, parametrizando-as para daí sim traçar estratégias para conquistar os objetivos.

Liderança 360o transforma ferramentas em resultados positivos e mais que isso, gratificantes. É um convite ao novo.

A ideia é buscar parceiros que tenham essa visão, que possam compartilhar da mesma e que tenham em mente um forte desejo de ser um diferencial, uma referência onde o "discurso" é convergente com uma "prática" que pode amplamente ser conquistada. Para isso, durante alguns anos nos meus estudos (mestrado e doutorado), pesquisei muitas fontes interessantes, onde culminou no estabelecimento de um Circuito de Liderança 360o onde todas estas ferramentas podem ser utilizadas no dia-a-dia, para resultados significativos, com essência e propósitos ótimos não só para a empresa, mas também que fazem do homem um ser realizado em seus diversos âmbitos e abrindo-lhe a consciência de que não existe felicidade se a mesma não for compartilhada.

Falar de liderança é fácil, desenvolver líderes em 360o é algo trabalhoso, mas é extremamente compensador uma vez que você aposta no potencial das pessoas que é algo incrível, basta estar disposto.

Mudanças comportamentais causam mudanças organizacionais, e fazem não só das organizações, mas do mundo um lugar melhor, tendo como respeito a base para estas condições.

Mais informações para contatos referentes a palestras, cursos ou consultorias que tenham como tema a Liderança 360o, dentre outros que podem ser vistos no site: www.lideranca360.com


Por Cintya Faccioli, Ph. D

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Profissão Professor




Cláudio Tomanini, da FGV, afirma que o mercado e a nova geração de estudantes
requerem um novo perfil profissional.

Por Rômulo Martins






O giz e o quadro-negro devem deixar de fazer parte da vida dos professores de uma vez por todas. Pelo menos na visão de Cláudio Tomanini, professor de MBA da Fundação Getúlio Vargas, especialista em marketing e vendas e autor do livro “Na trilha do sucesso”, da editora Gente.

Segundo Tomanini, o professor do futuro deve dominar as tecnologias e utilizá-las a seu favor em sala de aula ou onde quer que trabalhe. E mais: o especialista em marketing acredita que o bom professor deva atuar no mundo corporativo. Conhecendo as reais necessidades do mercado de trabalho, diz ele, o professor tem condições de transferir as experiências práticas a seus alunos.

Utopia ou não, o fato é que, para Tomanini, o mercado e a nova geração de estudantes demandam um novo perfil de professor - desde a educação infantil até a acadêmica. Ele falou ao Empregos.com.br. Assista:



Se interessou pela profissão? Faça uma busca de vagas!

Olá, eu fui convidado para conversar com você, com você que está aí começando sua carreira, com algumas dúvidas, com alguns caminhos já escolhidos... e, a princípio, o convite que me fizeram, foi para falar com você sobre a profissão professor.

Mas já que a câmera está ligada e eu estou falando com você, eu vou falar com vocês de uma forma diferente. Não sobre a profissão professor, até porque professor não é profissão é atividade, você sabe disso.

Talvez você cobre dos seus professores hoje, lá na faculdade, que eles sejam profissionais de renome no mercado, que atuem no mercado, e não simplesmente deem aula. Até porque a gente sabe o seguinte: as mudanças de mercado, seja lá qual for a área que você atue, é muito muito grande.

Responsabilidades
E aí falando sobre a atividade de professor, porque alguns aqui querem dar aula, bacana.

Por que você quer dar aula? Por que é bacana, dá status? Ou por que você tem uma competência, em que perto da média você é superior, e sabe que pode orientar outras pessoas, formando pessoas melhores? Se for isso bacana. Se você quiser dar aula só porque acha legal para. Você tem de ter uma competência que se sobressaia à maioria.

Mas não é só isso. Você vai ter de se atualizar constantemente, vai ter de ser um pesquisador, vai ter de preparar aula, ensaiar no espelho, saber conviver com a diversidade...

porque aluno é folgado, você não tem ideia de como é que é, você fala para ele: “leia um livro de duzentas páginas”, ele fala: “é muito”. Se a sua aula não é show, ele não quer. Ele se esquece de pesquisar você na internet para saber se você é habilitado para falar daquilo, e acaba privilegiando o cara que solta ele mais cedo, só que ele está pagando pelo todo. Entenda uma coisa: ou você aprende na vida com amor ou pela dor.

Para dar aula você vai ter de ter um talento para mostrar que aquele conhecimento que você vai passar... você é melhor do que todos que estão lá dentro. E vai ter de ter a humildade de saber explicar, mesmo que aquilo seja óbvio para você.

Salário
Entenda uma coisa: a profissão de professor é boa? É, não é ruim. Quanto pode ganhar um professor? Hoje em torno de R$ 30 a hora. Quer dizer que se ele der dez horas vai ganhar R$ 300 por dia? Sim, cabe saber o que para você é um bom salário... vai depender do seu sonho, do seu objetivo de vida.

Um professor hoje de pós-graduação, de MBA, ganha entre R$ 150 a R$ 350 a hora, dependendo da instituição. A hora? É, a hora. Quer dizer que se ele der dez horas vai ganhar R$ 3,5 mil, é.

Mercado de trabalho
Vamos ver se faltou mais alguma coisa. Como é que eu avalio o mercado de trabalho para a área de educação? Gente, não para de crescer. Em 1990, Peter Drucker (considerado o pai da administração moderna) falou o seguinte: que o segmento que mais cresceria no mundo seria o de educação. O segundo seria o de saúde. E isso é verdade.

A gente sempre pensa que ser professor nos limita a dar aula em escolas. Não é verdade. Hoje as empresas, a que você trabalha, contratam lá pela área de recursos humanos empresas para fazer treinamento. E você pode se preparar para isso. Aliás, é um bom caminho para começar, dar treinamento em empresas. Sobre atendimento, gestão, português, matemática, finanças...

As empresas contratam constantemente. Aliás, pode ter uma oportunidade aí na sua empresa, de informações que você teve lá na faculdade que você pode, junto com o seu gestor, falar o seguinte: “olha, aprendi uma coisa e gostaria de multiplicar isso com a equipe, que eu acho que é produtivo.”

Segredo para ser bem-sucedido
Sabe qual é? É acreditar piamente que você pode. E ser o melhor naquilo que vai fazer. E pensar a longo prazo, fazendo no curto prazo. Pensa nisso, sucesso sempre, quero te ver. Na tua próxima aula me chama para ser seu aluno. Um abraço, tchau tchau.

Saiba mais sobre outras profissões:

• Operador de Call Center

• Secretariado Executivo

• Arquiteto

• Advogado

• Nutricionista




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domingo, 24 de abril de 2011

ASSISTA: DICA DO PROF. MARINS : PELO QUE BRILHAM SEUS OLHOS




Essa DICA faz parte da coleção de vídeos do Prof.Marins disponível nos sites: www.marins.com.br e www.commit.com.br A produção destes vídeos e dos programas de TV do prof. Marins é da Pixel Digital (www.youtube.com.br/pixeldigitalbr ).

Palestrante de sucesso e consultor de grandes empresas, o prof. Marins se destaca quando o assunto é motivação. É por isso que seu programa de TV (veiculado pela Rede VIDA tem o nome de Motivação e Sucesso. Mais vídeos do Prof. Marins você encontra do link: http://br.youtube.com/user/marinsfilho



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sábado, 23 de abril de 2011

ASSISTA: DICA DO PROF. MARINS: OUSE FAZER

Essa DICA faz parte da coleção de vídeos do Prof. Marins disponível nos sites: www.marins.com.br e www.commit.com.br. A produção destes vídeos e dos programas de TV do prof. Marins é da Pixel Digital (www.youtube.com.br/pixeldigitalbr).

Palestrante de sucesso e consultor de grandes empresas, o prof. Marins se destaca quando o assunto é motivação. É por isso que seu programa de TV (veiculado pela Rede VIDA tem o nome de Motivação e Sucesso.



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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Ouça: Entrevista Flávio Peralta Rádio Cbn/Globo com Apresentadora Tania Morales Revista CBN

Entrevista Flávio Peralta Rádio Cbn/Globo com Apresentadora Tania Morales Revista CBN

CBN - A rádio que toca notícia - On demand

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Profissão Operador de Call Center





Profissão Operador de Call Center
Marcio Moreira, gerente de atendimento do site Empregos.com.br, fala sobre o perfil do teleatendente e dá dicas para se destacar na área.

Mais de 1,2 milhão de pessoas trabalham como operadores de call center no Brasil, de acordo com a Associação Brasileira de Telesserviços (ABT). E a previsão para 2011 é que as empresas de call center registrem um crescimento de 10% em geração de empregos, oferecendo aproximadamente 120 mil novos postos de trabalho.

O mercado está favorável e as chances de crescimento profissional na área são certas. Para se destacar, porém, é preciso ser um operador diferenciado que, além de não perder o foco em resultados, tenha boas relações com os seus clientes e sua equipe de trabalho.

Para a maioria das oportunidades de emprego na área basta ter 18 anos, ensino médio completo e conhecimentos básicos de informática. Muitas empresas não exigem experiência e realizam treinamento para preparar o profissional no contato com o cliente.

Em entrevista ao site Empregos.com.br, Marcio Moreira, gerente de atendimento da empresa, fala sobre o perfil do teleatendente que as organizações buscam, salário e dá dicas de como crescer profissionalmente no ramo. Assista:

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Quais competências as empresas buscam no operador de call center?
Um operador de telemarketing deve ter uma boa comunicação, facilidade de contornar situações no atendimento, ouvir a real necessidade do cliente para resolver o problema, paciência mediante o envolvimento com o cliente e um bom comprometimento.

Quais as dicas para o profissional se destacar na área?
A dica mais importante é gostar do que faz, independente da área de atuação. Tem de ter iniciativa, é preciso ser criativo no dia a dia, mostrar e superar os resultados que são apresentados pela empresa através de metas que são estabelecidas, qualificar-se por meio de cursos para ser um diferencial no grupo, e aproveitar todas as oportunidades que a empresa oferece através de processos internos.

O setor dá oportunidades para profissionais com mais de 40 anos?
Com certeza, essa faixa etária tem uma responsabilidade maior... A questão de flexibilidade de horário, e ainda a possibilidade de concorrer a grandes oportunidades que o call center gera, tanto na operação como em outros departamentos.

Quais os caminhos para o profissional alcançar o cargo de gerente?
É preciso ter experiência do funcionamento de um call center, desde a parte de atendimento, treinamento, recrutamento e seleção, sistemas, parte financeira, comercial... Tudo isso contribui para o profissional concorrer a um cargo de nível hierárquico mais alto.

Qual perfil adequado para os cargos de liderança?
Operados que têm uma boa comunicação e se soltam mais no atendimento, destacando-se por meio de sua empatia, seu relacionamento facilitam a descoberta do seu talento. São pontos a mais. Não significa dizer que os operadores mais introvertidos, que mesmo assim atingem seus resultados e se comunicam bem, não possam participar de processos seletivos internos e até mesmo conquistar uma promoção. Vai depender do perfil que a empresa necessita para determinado cargo ou área.

Qual o salário inicial do operador de call center?
A média do mercado para o profissional sem experiência varia de R$ 500 a R$ 700, para quem tem experiência varia de R$ 600 a R$ 800, sem contar outras realidades que não estão sendo sinalizadas... Hoje em dia tem muito operador bilíngue por conta de as empresas de fora estarem terceirizando serviços no Brasil. Então, os operadores que têm um idioma a mais possuem também uma faixa salarial diferenciada, que não se enquadra nem na primeira nem na segunda situação... O bilíngue ganha entre R$ 900 e R$ 1,2 mil em média.

Há bônus e comissões?
Você pode trabalhar somente no receptivo (quando o cliente entra em contato com o call center) que, de repente, não gera nenhuma comissão, mas pode gerar uma bonificação pela qualidade do atendimento. O valor do bônus é inferior ao da comissão. No atendimento ativo (quando o operador de call center entre em contato com o cliente), dependendo do produto e do cliente, há uma grande possibilidade de obter ganhos superiores a R$ 300, R$ 400, R$ 500 (de comissão).



Fonte:Empregos.com.br
Profissão Operador de Call Center




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