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sexta-feira, 15 de abril de 2011
Assista: Geração Y - Sidnei Oliveira - Bloco II
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Assista: Geração Y - Sidnei Oliveira - Bloco I
Assista: Geração Y - Sidnei Oliveira - Bloco I
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segunda-feira, 11 de abril de 2011
Como se sair bem em Entrevistas de Emprego
Márcio Mussarela dá dicas básicas, porém importantíssimas para você se dar bem em qualquer entrevista de emprego que você participe.
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domingo, 10 de abril de 2011
Assista: Nao cheira nem fede? Melhor assim.
Há negócios que não cheiram nem fedem. O estacionamento onde parei meu carro era assim. O velho barracão atrás de um velho casarão podia passar despercebido, não fosse pela velha placa. Se cheirava mal? A placa não.
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quinta-feira, 7 de abril de 2011
Leia: Inovar para crescer
*por Tom Coelho
"A imaginação é mais importante que o conhecimento. O conhecimento é limitado. A imaginação envolve o mundo." (Albert Einstein)
Alguns mitos cercam o mercado de trabalho no sistema financeiro. Primeiro, nos tempos de inflação galopante, valorizava-se mais os executivos de finanças, pois eram responsáveis por grande parte do resultado das empresas. Segundo, as oportunidades profissionais eram maiores quando comparadas à atual concentração decorrente de fusões e aquisições. Terceiro, o sistema bancário ficou comoditizado, com pouco espaço para inovação.
Analisando sob este prisma, gerenciar a carreira pode tornar-se desestimulante. As possibilidades de crescimento parecem limitadas, e as iniciativas pessoais, restritas e inócuas.
Vamos debater os mitos. É fato que bancos e companhias perderam a receita de floating e ações de tesouraria nestes mais de 15 anos de economia estável. Porém, tal como executivos em empresas tiveram que aprender a reduzir custos e buscar rentabilidade real em substituição aos ganhos com aplicações financeiras de outrora, também os bancos descobriram a lucratividade a partir da prestação de serviços.
Igualmente é verdade que a globalização incentiva a formação de novos conglomerados. Mas se temos a impressão de que há menos empresas para trabalhar, também dispomos da oportunidade ímpar de atuar em organizações transnacionais com chances de uma experiência internacional.
Por fim, atualmente produtos, serviços e pessoas estão cada vez mais semelhantes. Mas há um universo inimaginável de possibilidades de inovação.
Se durante o período inflacionário alguém inventou a "conta remunerada", qual será o produto atraente que você criará num cenário de estabilidade? Quais suas propostas para melhoria no atendimento, este grande fator de diferenciação capaz de conquistar e fidelizar clientes?
O crescimento profissional passa pelo desenvolvimento de competências técnicas (formação acadêmica, fluência em outros idiomas, administração do tempo, negociação), comportamentais (iniciativa, comprometimento, ousadia, determinação, resiliência), relacionais (liderança, empowerment e trabalho em equipe) e valorativas (integridade, pluralidade, ética). Entre estas e tantas outras, destaca-se a criatividade.
Se durante o período inflacionário alguém inventou a "conta remunerada", qual será o produto atraente que você criará num cenário de estabilidade?
Criar novos produtos, serviços e processos capazes de facilitar a vida das pessoas, conquistando mercados e ampliando a lucratividade. Compreender o novo perfil das demandas pessoais e a dinâmica do mundo corporativo. Usar a velocidade e a capilaridade da comunicação em rede e contemplar o imperativo da sustentabilidade. Estes são os grandes desafios profissionais da atualidade.
A pergunta final é: dentro deste contexto, como você vai construir seu futuro?
* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br.
Visite: www.tomcoelho.com e www.setevidas.com.br.
"A imaginação é mais importante que o conhecimento. O conhecimento é limitado. A imaginação envolve o mundo." (Albert Einstein)
Alguns mitos cercam o mercado de trabalho no sistema financeiro. Primeiro, nos tempos de inflação galopante, valorizava-se mais os executivos de finanças, pois eram responsáveis por grande parte do resultado das empresas. Segundo, as oportunidades profissionais eram maiores quando comparadas à atual concentração decorrente de fusões e aquisições. Terceiro, o sistema bancário ficou comoditizado, com pouco espaço para inovação.
Analisando sob este prisma, gerenciar a carreira pode tornar-se desestimulante. As possibilidades de crescimento parecem limitadas, e as iniciativas pessoais, restritas e inócuas.
Vamos debater os mitos. É fato que bancos e companhias perderam a receita de floating e ações de tesouraria nestes mais de 15 anos de economia estável. Porém, tal como executivos em empresas tiveram que aprender a reduzir custos e buscar rentabilidade real em substituição aos ganhos com aplicações financeiras de outrora, também os bancos descobriram a lucratividade a partir da prestação de serviços.
Igualmente é verdade que a globalização incentiva a formação de novos conglomerados. Mas se temos a impressão de que há menos empresas para trabalhar, também dispomos da oportunidade ímpar de atuar em organizações transnacionais com chances de uma experiência internacional.
Por fim, atualmente produtos, serviços e pessoas estão cada vez mais semelhantes. Mas há um universo inimaginável de possibilidades de inovação.
Se durante o período inflacionário alguém inventou a "conta remunerada", qual será o produto atraente que você criará num cenário de estabilidade? Quais suas propostas para melhoria no atendimento, este grande fator de diferenciação capaz de conquistar e fidelizar clientes?
O crescimento profissional passa pelo desenvolvimento de competências técnicas (formação acadêmica, fluência em outros idiomas, administração do tempo, negociação), comportamentais (iniciativa, comprometimento, ousadia, determinação, resiliência), relacionais (liderança, empowerment e trabalho em equipe) e valorativas (integridade, pluralidade, ética). Entre estas e tantas outras, destaca-se a criatividade.
Se durante o período inflacionário alguém inventou a "conta remunerada", qual será o produto atraente que você criará num cenário de estabilidade?
Criar novos produtos, serviços e processos capazes de facilitar a vida das pessoas, conquistando mercados e ampliando a lucratividade. Compreender o novo perfil das demandas pessoais e a dinâmica do mundo corporativo. Usar a velocidade e a capilaridade da comunicação em rede e contemplar o imperativo da sustentabilidade. Estes são os grandes desafios profissionais da atualidade.
A pergunta final é: dentro deste contexto, como você vai construir seu futuro?
* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br.
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quarta-feira, 6 de abril de 2011
Primeiro emprego? Hum-hum, sei...
Tenho acompanhado, no programa Fantástico (Rede Globo), a série “Meu primeiro emprego”, apresentado por Max Gehringer. Uma espécie de reality show, que mostra a jornada de quatro jovens estudantes dos cursos de Engenharia Ambiental, Administração de Empresas, Publicidade e Biologia. Muito bem realizada, a produção apresenta uma análise bastante assertiva acerca das principais dificuldades enfrentadas por quem se depara, pela primeira vez, com um mercado de trabalho tão competitivo quanto o brasileiro, principalmente em regiões como São Paulo e Rio de Janeiro, que são os locais escolhidos pela produção para as filmagens.
“- Hoje em dia os jovens enfrentam um verdadeiro campo de provas para entrar em um mercado que cresce 7,5% ao ano. Neste quadro vamos abordar quais são as profissões do futuro, as áreas que já estão saturadas e quais apresentam as melhores oportunidades, além das dicas para como se comportar em uma entrevista de emprego e como driblar a falta de experiência” - explica Max.
Bastante válida, a iniciativa da Rede Globo de Televisão tem contribuição muito importante para as centenas de milhares de profissionais que são despejados no mercado de trabalho semestralmente, mas deixa de lado uma parcela esmagadora da população de jovens brasileiros: aqueles que não têm qualificação profissional de qualquer tipo (entenda por qualificação profissional qualquer curso profissionalizante, seja ele de nível superior ou técnico).
Anualmente, o governo promove a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), que levanta dados sobre diversas características demográficas e sócio-econômicas da população. Especificamente, o cruzamento das características educacionais com as de trabalho e permite captar o retorno dos diferentes níveis e tipos de ensino em termos de inclusão empregatícia. Segundo esses dados (até março de 2010), “a chance de uma pessoa da população em idade ativa com formação profissional concluída é 48,2% maior que outra pessoa sem estes cursos” (apud “A Educação Profissional e Você no Mercado de Trabalho” – FGV/CPS e Instituto Votorantim).
De acordo com o estudo realizado pelos alunos da Fundação Getúlio Vargas, em conjunto com o Instituto Votorantim, mais de 80% da População Economicamente Ativa (PAE) não cursou qualquer formação profissional (considerando cursos superiores, técnicos e tecnológicos). Para se ter uma ideia, a taxa de ocupação, que representa a chance de um candidato preencher uma posição formal de trabalho formal, cai de 71,6%, para as pessoas que possuem uma qualificação profissional qualquer, para 53,1%, quando as pessoas não têm qualquer qualificação específica, ou seja, uma diferença de mais de 34%.
Antes de qualquer outra coisa, é preciso ter em mente que de nada adianta qualificação se você não tem idéia do que quer para sua vida profissional. É preciso organizar as idéias e estabelecer um objetivo. Isso facilita a visualização dos principais obstáculos que estão por vir e como passar por eles. Para se preparar, busque informações não só sobre a vaga para a qual pretende se candidatar, mas também sobre o ambiente de trabalho proporcionado pela empresa, sobre a empregabilidade naquela carreira (que cursos são necessários, por exemplo) e sobre o mercado de trabalho na região, são três bons exemplos de por onde começar. Isso te dará mais segurança na hora de encarar as etapas do processo seletivo e a forma mais simples de fazer isso é recorrer a sua rede de contatos com pessoas empregadas (amigos, parentes, professores, etc.), leitura de artigos em revistas especializadas, jornais, sites e livros.
Tenha em vista que exitem caminhos que podem facilitar a entrada no mercado de trabalho, mesmo para aqueles com pouca ou nenhuma qualificação profissional:
Estudar
O cenário para os próximos anos é bastante claro, de acordo com a minha interpretação da pesquisa. Para diferenciar-se e aumentar as suas chances de trabalho o caminho não é outro senão qualificar-se. Os dados mostram que para realizar cursos que aumentem a empregabilidade, em termos de requisito educacional mínimo, em geral os cursos de qualificação profissional não exigem nenhum piso (45,46% deles). Ou seja, não é necessário que você tenha atingido um determinado nível educacional para se matricular.
Outra vantagem, é que estes cursos oferecem, muitas vezes, mais do que uma formação teórica, complementando o conteúdo oferecido com cargas práticas em empresas parceiras. É o que acontece, por exemplo, com cursos de atendente de telemarketing.
Trabalho voluntário
É a atividade desempenhada ao prestador do serviço ou trabalho sem nenhuma remuneração ou vinculo empregatício. Uma ótima fonte para vagas deste tipo provém das Organizações não Governamentais (ONGs) que estão difundidas em todo o planeta. Você deve procurar trabalho voluntário em sites como o Portal do Voluntário que procuram aglomerar boas ONGs (organizadas, sérias e comprometidas). Procure por atividades alinhadas com sua suas expectativas de carreira. Recrutadores gostam de jovens que demonstram iniciativa e comprometimento social. O trabalho voluntário fará bem ao seu currículo e o ajudará na conquista do primeiro emprego.
Trabalho Temporário
Épocas em que o mercado de consumo se agita em decorrência de datas especiais, trazem junto vagas temporárias. Datas comemorativas como Dia das Mães, dos Pais, Natal e outras festividades faz com que as empresas precisem contratar um grande número de profissionais para atender as demandas sazonais que se formam em praticamente todos os nichos de mercado (indústria, serviços e varejo). Nessas situações, o tipo de contrato firmado é o trabalho temporário. Algumas funções comuns como de vendedores, atendentes, telemarketing, etc., valem a pena mesmo que em um primeiro momento pareçam estar desalinhadas com seus objetivos de carreira, já que além de desenvolverem características como liderança, trabalho em equipe e eloquência, elas também dizem que você já passou, pelo menos uma vez, em um ambiente de intenso trabalho profissional e conhece questões como cumprimento de horários, comprometimento, sistema hierárquico, etc…
A Proativa RH constuma trabalhar várias vagas deste tipo. Fique atento às nossas oportunidades.
Concurso Público
Para quem está começando a vida profissional, fazer um concurso público pode ser muito atraente, já que além de não ser necessária experiência anterior, o jovem não precisa se submeter aos baixos salários pagos pelas empresas do setor privado em estágios ou nos primeiros empregos.
Por outro lado, passar em um concurso requer dedicação, disciplina e muitas vezes ser financiado durante o período de estudos, o que não é exatamente a condição de muitos brasileiros que tentam suas primeiras ocupações profissionais.
Quero ainda lembrar que buscar um emprego não se limita ao momento da entrevista ou dinâmica de grupo. Tudo que eu já disse aqui em outros momentos vale também para aqueles que buscam o primeiro emprego. Se você acompanha o blog vale a pena reler, senão, leia também:
Nome sujo: Até que ponto isso atrapalha?
A difícil arte de procurar emprego
Qual a imagem que seu currículo transmite?
Recrutamento, Seleção e as Redes Sociais
“- Hoje em dia os jovens enfrentam um verdadeiro campo de provas para entrar em um mercado que cresce 7,5% ao ano. Neste quadro vamos abordar quais são as profissões do futuro, as áreas que já estão saturadas e quais apresentam as melhores oportunidades, além das dicas para como se comportar em uma entrevista de emprego e como driblar a falta de experiência” - explica Max.
Bastante válida, a iniciativa da Rede Globo de Televisão tem contribuição muito importante para as centenas de milhares de profissionais que são despejados no mercado de trabalho semestralmente, mas deixa de lado uma parcela esmagadora da população de jovens brasileiros: aqueles que não têm qualificação profissional de qualquer tipo (entenda por qualificação profissional qualquer curso profissionalizante, seja ele de nível superior ou técnico).
Anualmente, o governo promove a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), que levanta dados sobre diversas características demográficas e sócio-econômicas da população. Especificamente, o cruzamento das características educacionais com as de trabalho e permite captar o retorno dos diferentes níveis e tipos de ensino em termos de inclusão empregatícia. Segundo esses dados (até março de 2010), “a chance de uma pessoa da população em idade ativa com formação profissional concluída é 48,2% maior que outra pessoa sem estes cursos” (apud “A Educação Profissional e Você no Mercado de Trabalho” – FGV/CPS e Instituto Votorantim).
De acordo com o estudo realizado pelos alunos da Fundação Getúlio Vargas, em conjunto com o Instituto Votorantim, mais de 80% da População Economicamente Ativa (PAE) não cursou qualquer formação profissional (considerando cursos superiores, técnicos e tecnológicos). Para se ter uma ideia, a taxa de ocupação, que representa a chance de um candidato preencher uma posição formal de trabalho formal, cai de 71,6%, para as pessoas que possuem uma qualificação profissional qualquer, para 53,1%, quando as pessoas não têm qualquer qualificação específica, ou seja, uma diferença de mais de 34%.
Antes de qualquer outra coisa, é preciso ter em mente que de nada adianta qualificação se você não tem idéia do que quer para sua vida profissional. É preciso organizar as idéias e estabelecer um objetivo. Isso facilita a visualização dos principais obstáculos que estão por vir e como passar por eles. Para se preparar, busque informações não só sobre a vaga para a qual pretende se candidatar, mas também sobre o ambiente de trabalho proporcionado pela empresa, sobre a empregabilidade naquela carreira (que cursos são necessários, por exemplo) e sobre o mercado de trabalho na região, são três bons exemplos de por onde começar. Isso te dará mais segurança na hora de encarar as etapas do processo seletivo e a forma mais simples de fazer isso é recorrer a sua rede de contatos com pessoas empregadas (amigos, parentes, professores, etc.), leitura de artigos em revistas especializadas, jornais, sites e livros.
Tenha em vista que exitem caminhos que podem facilitar a entrada no mercado de trabalho, mesmo para aqueles com pouca ou nenhuma qualificação profissional:
Estudar
O cenário para os próximos anos é bastante claro, de acordo com a minha interpretação da pesquisa. Para diferenciar-se e aumentar as suas chances de trabalho o caminho não é outro senão qualificar-se. Os dados mostram que para realizar cursos que aumentem a empregabilidade, em termos de requisito educacional mínimo, em geral os cursos de qualificação profissional não exigem nenhum piso (45,46% deles). Ou seja, não é necessário que você tenha atingido um determinado nível educacional para se matricular.
Outra vantagem, é que estes cursos oferecem, muitas vezes, mais do que uma formação teórica, complementando o conteúdo oferecido com cargas práticas em empresas parceiras. É o que acontece, por exemplo, com cursos de atendente de telemarketing.
Trabalho voluntário
É a atividade desempenhada ao prestador do serviço ou trabalho sem nenhuma remuneração ou vinculo empregatício. Uma ótima fonte para vagas deste tipo provém das Organizações não Governamentais (ONGs) que estão difundidas em todo o planeta. Você deve procurar trabalho voluntário em sites como o Portal do Voluntário que procuram aglomerar boas ONGs (organizadas, sérias e comprometidas). Procure por atividades alinhadas com sua suas expectativas de carreira. Recrutadores gostam de jovens que demonstram iniciativa e comprometimento social. O trabalho voluntário fará bem ao seu currículo e o ajudará na conquista do primeiro emprego.
Trabalho Temporário
Épocas em que o mercado de consumo se agita em decorrência de datas especiais, trazem junto vagas temporárias. Datas comemorativas como Dia das Mães, dos Pais, Natal e outras festividades faz com que as empresas precisem contratar um grande número de profissionais para atender as demandas sazonais que se formam em praticamente todos os nichos de mercado (indústria, serviços e varejo). Nessas situações, o tipo de contrato firmado é o trabalho temporário. Algumas funções comuns como de vendedores, atendentes, telemarketing, etc., valem a pena mesmo que em um primeiro momento pareçam estar desalinhadas com seus objetivos de carreira, já que além de desenvolverem características como liderança, trabalho em equipe e eloquência, elas também dizem que você já passou, pelo menos uma vez, em um ambiente de intenso trabalho profissional e conhece questões como cumprimento de horários, comprometimento, sistema hierárquico, etc…
A Proativa RH constuma trabalhar várias vagas deste tipo. Fique atento às nossas oportunidades.
Concurso Público
Para quem está começando a vida profissional, fazer um concurso público pode ser muito atraente, já que além de não ser necessária experiência anterior, o jovem não precisa se submeter aos baixos salários pagos pelas empresas do setor privado em estágios ou nos primeiros empregos.
Por outro lado, passar em um concurso requer dedicação, disciplina e muitas vezes ser financiado durante o período de estudos, o que não é exatamente a condição de muitos brasileiros que tentam suas primeiras ocupações profissionais.
Quero ainda lembrar que buscar um emprego não se limita ao momento da entrevista ou dinâmica de grupo. Tudo que eu já disse aqui em outros momentos vale também para aqueles que buscam o primeiro emprego. Se você acompanha o blog vale a pena reler, senão, leia também:
Nome sujo: Até que ponto isso atrapalha?
A difícil arte de procurar emprego
Qual a imagem que seu currículo transmite?
Recrutamento, Seleção e as Redes Sociais
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Guilherme Françoso é bacharel em Psicologia, especializado em Administração de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas e cursa MBA em Gestão Empresarial pela FIA-USP. Atua em Recrutamento e Seleção desde 1999 e atualmente é Gerente de Planejamento Estratégico da Proativa RH. Criou e administra o grupo virtual Gestão por Competências, que conta com mais de 1800 profissionais associados, em sua maioria na área de Recursos Humanos. Ao longo de sua trajetória profissional, já foi o responsável por recrutar e selecionar profissionais de diversos níveis hierárquico para empresas como Nextel, Santander, HSBC, TIM Celular, ALCOA e muitas outras empresas.
Guilherme Françoso é bacharel em Psicologia, especializado em Administração de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas e cursa MBA em Gestão Empresarial pela FIA-USP. Atua em Recrutamento e Seleção desde 1999 e atualmente é Gerente de Planejamento Estratégico da Proativa RH. Criou e administra o grupo virtual Gestão por Competências, que conta com mais de 1800 profissionais associados, em sua maioria na área de Recursos Humanos. Ao longo de sua trajetória profissional, já foi o responsável por recrutar e selecionar profissionais de diversos níveis hierárquico para empresas como Nextel, Santander, HSBC, TIM Celular, ALCOA e muitas outras empresas.
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sábado, 2 de abril de 2011
Leia: Uma nova vida em dois anos
10:30
Comportamento, Empreendedorismo, Gestão de Pessoas, Motivação, Qualidade de Vida
Sem Comentarios

* por Tom Coelho
“Semeia um pensamento, colhe um ato; semeia um ato, colhe um hábito; semeia um hábito, colhe um caráter; semeia um caráter, colhe um destino.”
(Marion Lawense)
A vida me tem sido um constante exercício do aprendizado. E, parafraseando o Talmude, tenho aprendido muito com meus mestres, mais com meus amigos e mais ainda com meus alunos. Estes personagens surgem a todo instante, vêm e vão, deixando sempre um pouco de si e levando um pouco de mim também. E assumem formas variadas, humanas ou inanimadas, eternizadas numa palavra, num gesto, numa canção ou numa imagem.
Aprendi com o filósofo dinamarquês Sören Kierkegaard que “a vida só pode ser compreendida olhando-se para trás, mas só pode ser vivida olhando-se para frente”. Assim, embora com a visão sempre voltada ao futuro, próximo e distante, não raro coloco-me a espreitar meu passado, como quem investiga o porquê das escolhas feitas e dos caminhos trilhados. E tenho observado que minha vida, hoje, é reflexo das decisões tomadas há não mais do que apenas dois anos.
Minhas alegrias ou desalentos, realizações ou frustrações, companheiros ou adversários, enfim, os frutos que tenho colhido, sejam saborosos ou insípidos, foram cultivados por mim mesmo, ora em terreno fértil, de onde viceja a prosperidade, ora em terreno arenoso, de onde grassa a inutilidade.
Finis origine pendet
Fui felicitado com a possibilidade de assistir a um filme singular, “O Clube do Imperador”, protagonizado por Kevin Kline, no papel do professor William Hundert, responsável pelo ensino de História Greco-Romana aos alunos secundaristas de uma tradicional escola norte-americana cujo lema associado à sua insígnia é finis origine pendet, ou seja, “o fim depende do início”.
Na mesma proporção em que nossa condição vigente é resultado do que fizemos no passado, as portas do futuro se abrirão como consequência daquilo que fizermos no presente. Olhe ao seu redor. São as atividades que você realiza hoje e as pessoas com as quais convive neste momento que determinarão quem você será e onde aportará ao cabo de um par de anos.
Se um determinado empreendimento não vai bem, esteja certo de que isso decorre de decisões equivocadas, de estratégias inadvertidas ou de projetos não implementados no decorrer dos últimos dois anos. Lembre-se de que uma empresa quebra de duas maneiras: aos poucos e de repente. E relacionamentos também são assim...
Iniciar um novo curso ou uma pós-graduação fará de você um profissional mais conceituado e requisitado em dois anos. Mudar sua postura e suas atitudes na empresa em que trabalha atualmente ensejará ganhos que poderão ser premiados com uma grande promoção em até dois anos. Considerar a possibilidade de empreender em um negócio próprio, estruturando sua saída do mercado de trabalho formal e preparando-se estrategicamente para alçar voos maiores, com certeza lhe permitirá ter sucesso em breves dois anos. Alterar hábitos alimentares e adotar uma rotina de exercícios físicos prazerosos e regulares tornará seu corpo mais saudável em menos de dois anos. Transformar um relacionamento pessoal superficial e despretensioso em algo nobre e edificante, uma vez vislumbrado que corações e mentes se completam, poderá implicar uma união duradoura em meros dois anos.
Espero que você se conscientize da importância de fazer escolhas e de suas consequências num horizonte próximo. Simplifique sua vida, abdicando de atividades e relações que não lhe acrescentam paixão e bem-estar. É fácil identificar isso, pois são fontes de ressentimento e angústia. Pessoas que você não quer ver, telefonemas que não deseja atender. Você não está obrigado a manter tais relações. Talvez não as possa romper de imediato, mas poderá planejar sua saída com a maior brevidade.
Para o político que ganha a eleição, o atleta que se consagra na competição, o profissional que se completa na realização, o amor que se revigora na paixão, o fim depende do início. Depende dos propósitos de nossas ideias, dos princípios que norteiam nossas ações e do caráter, nosso e dos que nos cercam.
* Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 15 países. É autor de “Sete Vidas – Lições para construir seu equilíbrio pessoal e profissional”, pela editora Saraiva, e coautor de outros quatro livros. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br e www.setevidas.com.br.
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